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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

P-3AM Orion da FAB vigilância e proteção


Em uma transação que teve início em 1998 e só foi assinada em 2005, o Brasil comprou do governo americano 12 aviões patrulha P-3 AM, produzidos na década de 60. Nove aviões são operacionais e outros três, para retirada de peças e treinamento.

O P-3A M Orion é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal e, de modo especial, a região do pré-sal. Além disso, a aeronave apoia as atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.
O P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de Km² (praticamente todo o Atlântico Sul).

Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira, e será usado pelo Brasil para vigilância marítima, busca e salvamento e guerra antisubmarina. Com seus quatro Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada, o Orion é capaz de voar de Recife a Madri e retornar sem necessitar de reabastecimento.


O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. Permitem localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas.

A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas.

Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.


















Operadores
Alemanha
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
Chile
Coreia do Sul
Espanha
Estados Unidos
Marinha dos Estados Unidos
Grécia
Irã
Japão
Noruega
Nova Zelândia
Paquistão
Portugal
Tailândia
Taiwan

Introdução de uma sonobóia submarina

Principais Características
Lockheed P-3AM Orion
Horigem   Estados Unidos
Fabricante Lockheed Martin
Entrada em serviço Agosto de 1962
Missão Patrulhamento marítimo
Tripulação 10 ou 11

Dimensões:
Comprimento 35.61 m
Envergadura 30,38 m
Altura         10,29 m
Área asas 120,8 m²
Diâmetro da fuselagem   3.45 m
Diâmetro da hélice      4.11 m

Pesos e Cargas:
Peso em vazio    27,890 kg
Peso máximo de combustível    28,350 kg
Carga máxima dispensável (armas, sonobóias)    9,071 kg
Peso máximo à descolagem    61,235 kg
Peso máximo à aterragem     47,119 kg

Propulsão:
Motores 4x turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv cada

Performance:
Velocidade máxima 761 km/h
Alcance   3,835 km
Tecto máximo 8.626 m
Performance:
Velocidade máxima a 4,500m com 47,625Kg    761Km/h
Veloc. de cruzeiro económica a 7,620 m com 48,895 kg    607Km/h
Velocidade de patrulha a 457 m com 49,895 kg    381 km/h
tecto de serviço    8,625 m
Taxa máxima de subida a 500m    594 m/minuto
Corrida de descolagem c/ obstáculo de 15m    1,673 m
Distância de aterragem a 15 m de altura    1,673 m
Raio operacional    3,835 km
Perspectiva da introdução de uma sonobóia submarina num dos casulos de ejeção:
Raio operacional c/ 3 horas sobre zona alvo    2,494 km
Resistência máxima a 4,500m com 2 motores    17 h 12 min
Resistência máxima a 4,500m com 4 motores    12 h 20 min
Motores   4x Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 CV de potência cada

Armamento:
Até 9 toneladas de cargas internas e externas podem ser combinadas com as seguintes opções:
Compartimento interno:
8x Torpedos Mk 46/50
8x Cargas de profundidade MK 54
3x Minas de 450Kg MK 36/52
3x Cargas de profundidade MK 57
2x Cargas de profundidade MK 101
1x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes externos da secção central (2+2):
2x AGM-84 Harpoon
2x AGM-65 Maverick
2x Torpedos Mk 46/50
2x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes exteriores (3+3)
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes




Imagens Wikipédia, Vídeo YouTube.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Navios Patrulha Classe Amazonas da Marinha do Brasil

O Navio-Patrulha Oceânico “APA” da Marinha do Brasil atracado no Porto de Vitória-ES, esteve aberto à visitação pública gratuita no último domingo 27/07, das 14 às 17 horas.




















Classe Amazonas
A classe Amazonas de navio-patrulha oceânico (NPaOc) da Marinha do Brasil, é composta por três navios que tem a missão de garantir a segurança e a proteção das riquezas da “Amazônia Azul”. A principal característica desses navios-patrulha é a flexibilidade, possibilitando seu emprego em diversas tarefas, tais como: operações de patrulha naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão a atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica.
Os três navios patrulha oceânicos que formam a classe Amazonas são:
P-120 - Amazonas
P-121 - Apa
P-122 - Araguari
O primeiro de sua classe, o Amazonas, foi entregue à Marinha do Brasil, em junho de 2012.  O segundo navio, o Apa, foi concluído, em novembro de 2012. Já a terceira embarcação foi incorporada em junho de 2013. Durante a preparação dos três navios a Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, recepcionou um efetivo de 250 brasileiros que receberam um extenso treinamento e preparação para a tomada de posse dos novos navios.

BAE Sistems
As três unidades foram construídas pelo estaleiro VT Shipbuilding (agora BAE Systems Surface Ships).
A BAE Systems é uma empresa global que atua nos segmentos de segurança, defesa, e aeroespacial com aproximadamente 94.000 funcionários em todo o mundo. A companhia fornece uma linha completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como soluções avançadas em eletrônica, segurança, tecnologia da informação e serviços de suporte a clientes. Em 2012, a BAE Systems alcançou vendas no valor de £17.8 bilhões, cerca de US$ 28.3 bilhões.
No Brasil, a BAE Systems está presente desde os anos 70, por meio de sua predecessora a VT Shipbuilding. Atualmente, a empresa mantém um escritório em Brasília (DF), que dá suporte às Forças Armadas, no que diz respeito a equipamentos como canhões navais, radares, veículos blindados, controles de voo para aeronaves, entre outros; e que busca estabelecer parcerias mutuamente benéficas, por meio da transferência de tecnologia, com os setores de segurança e defesa brasileiros.
De acordo com Mick Ord, diretor executivo da unidade de Navios de Marinha da BAE Systems Maritime: “Temos um grande orgulho em entregar os navios.  Trata-se de navios de grande capacidade e constituirá um importante ativo da Marinha do Brasil. Com ele escrevemos mais um importante capítulo na história das relações entre a BAE Systems e a Marinha do Brasil e aguardamos, com otimismo, a oportunidade de dar continuidade à nossa parceria nos próximos anos”.
O Vice-Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia Naval da Marinha do Brasil tem uma visão semelhante. “Os três navios da classe Amazonas são uma importante contribuição à nossa capacidade de prover segurança e proteção às nossas águas jurisdicionais e à concretização dos compromissos que assumimos com a Autoridade Marítima Brasileira. O Araguari e seus irmãos são um ativos fundamentais para o patrimônio da Marinha do Brasil, assim como uma clara indicação da ótima relação que temos com a BAE Systems”.


Operações Aéreas
A classe Amazonas, introduziu um novo padrão de iluminação do convoo, bem como um novo tipo de indicador visual de rampa de aproximação.
Com o atual sistema, as referências visuais com o convoo não são garantidas aos pilotos pela iluminação direta do piso por holofotes direcionais, e sim por luzes especiais de contorno com tecnologia LED, instaladas não apenas na plataforma, mas em outras partes da estrutura e do casco, especialmente na popa.
Todo o sistema de iluminação é otimizado e adaptado para emprego do óculos de visão noturna (OVN).
Trata-se de uma nova tecnologia que exigirá adaptação de todos os envolvidos nas operações aéreas embarcadas e nas doutrinas de segurança de aviação, o que requer um programa de treinamento específico e eficaz aos pilotos, e o futuro emprego do OVN, aumentando de forma significativa, a segurança nas operações aéreas embarcadas na Marinha do Brasil.

Os Navios


NPaOc Amazonas - P 120 "Tigre da Guanabara"


Batimento de Quilha: 15 de junho de 2008
Lançamento: 10 de fevereiro de 2009
Incorporação (MB): 29 de junho de 2012


Em 29 de junho de 2012, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada da Marinha do Brasil, contando com a presença de diretores da BAe Systems e do Líder do Conselho de Portmouth (Prefeito) Gerald Vernon-Jackson, sendo sua madrinha a Embaixatriz Cínara Maria Fonseca de Lima. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Giovani Corrêa.


NPaOc Apa - P 121


Batimento de Quilha: 16 de fevereiro de 2009
Lançamento: 19 de novembro de 2009
Incorporação (MB): 30 de novembro de 2012


No dia 30 de novembro, às 11:00h, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, realizada nas dependências da Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido e que contou com o Primeiro Lorde do Almirantado Britânico, Almirante Mark Stanhope, foi batizado, submetido a Mostra de Armamento e Incorporado à Armada da Marinha do Brasil, sendo sua madrinha Sra. Lúcia de Almeida Rêgo Florêncio Chagastelles. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Carlos Marcelo Fernandes Considera.


NPaOc Araguari - P 122


Batimento de Quilha: 25 de setembro de 2009
Lançamento: 16 de julho de 2010
Incorporação (MB): 21 de junho de 2013


Em 21 de junho de 2013, em cerimônia presidida pelo ?, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada da Marinha do Brasil, contando com a presença de diversas autoridades, sendo sua madrinha a Sra. Elizabeth Pinto Heluey, esposa do ex-Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Afredo Karam. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Robledo de Lemos Costa e Sá.


Principais Características da Classe:
Deslocamento
1.815 ton (leve)
2.450 ton (carregado)
Dimensões
Comprimento 90.5 m
Comprimento entre perpendiculares 83 m
Boca 13.5 m
Calado 4.5 m
Propulsão
2 motores diesel (MCP) MAN 16V28/33D de 7.350 hp cada, acoplados cada um a uma linha e eixo com hélice Wärstila 5C10 de passo controlado. Equipado com Bow Thruster (propulsores laterais de proa)
Eletricidade
3 grupos diesel geradores (MCA) Caterpillar C18, acoplados a geradores Leroy Somer SR4B, de 550kW/450V/trifasico/60Hz e um Diesel Gerador de Emergência Caterpillar C9, acoplado a um gerador de 200kW/450V/trifásico/60Hz
Velocidade
Máxima 25 nós
Máxima mantida 21 nós
De cruzeiro 14,5 nós
Raio de Ação
4.000 milhas náuticas a 12 nós e autonomia de 35 dias
Armamento
1 canhão MSI DS-30M/Mk-44 de 30 mm
2 metralhadoras MSI DS-25M/Mk-242 Bushmaster de 25 mm em dois reparos singelos
2 metralhadoras Browing 12,7 mm (.50)
2 pontos para montagem de fuzis de 7,62mm
2 lançadores de foguetes iluminativos de 57 mm
Sensores
Radar de busca combinada Terma Scanter 4100 de banda X com MTI
Alça Optrônica HORUS (EOFCS) para detecção e direção de tiro, integrada por câmera de TV
Câmera termográfica e telêmetro laser
2 radares de navegação Sperry Marine FT-250 ARPA de bandas X e S
Sistema de Dados Tático
Ultra Electronics OSIRIS Combat & Mission Management System, integrando Comando e Controle, Direção de Tiro e Vigilância Eletro Ótico, Radar, Comunicações, Navegação e Gerenciamento da Plataforma
Equipamentos
Capacidade para transportar ate 6 containers com até 15 toneladas cada
1 Guindaste com capacidade para 16 toneladas e lança de 14 metros
2 embarcações de casco semi-rigido (RHIB) Pacific 24 e/ou mais uma tipo Interceptor
Enfermaria com 10 leitos e sala de cirurgias
Tripulação
81 homens (podendo operar com apenas 36), sendo 12 oficiais, 21 suboficiais e sargentos e 48 cabos e marinheiros, com acomodações para o transporte de tropa de até 39 fuzileiros navais ou de uma unidade de GVI/GP, para ações em terra ou abordagens
Aeronaves
Convôo capaz de receber (sem hargar) e reabastecer um helicóptero dos modelos Sikorsky MH-16A Seahawk, Westland AH-11A Super Lynx ou Helibras UH-12/13 Esquilo
Código Internacional de Chamada
PWAZ




Imagens Navios Brasileiros, Vídeo YouTube.

sábado, 31 de maio de 2014

O Brasil vai comprar pela 1ª vez mísseis aéreos para afundar navios

Visando proteção marítima, o país e a Força Aérea Brasileira negociaram a aquisição de 20 mísseis Harpoon. Esses mísseis serão usados pela força aérea para patrulha marítima, busca e salvamento, afundar navios e submarinos na superfície.
A Força Aérea Brasileira iniciou neste ano a negociação para adquirir, pela primeira vez no país, mísseis aéreos capazes de afundar navios. Serão comprados 20 mísseis Harpoon, da norte-americana Boeing: 16 operacionais, do modelo AGM-84L Harpoon Block II, para ataque, e outros quatro, para treinamento.
O Pentágono notificou no último dia 6 o Congresso americano sobre a negociação, com custo estimado de R$ 375 milhões, alegando que o arsenal vai ajudar o Brasil nas operações de repressão ao crime organizado transfronteiriço, como a pirataria e tráfico de drogas e armas, segurança das fronteiras e proteção de investimentos e recursos na área marítima.
Misseis Harpoon (arpão para matar baleia, apelido dos submarinos na marinha americana). O míssil seria levado pelo P-3 Orion da US Navy para substituir o míssil Bullpup contra os submarinos lançadores de mísseis classe Juliett e Echo. Esses submarinos precisam subir a superfície para disparar seus mísseis balísticos.
As negociações com o governo dos Estados Unidos iniciaram depois de a FAB receber o primeiro dos aviões que pode usar o míssil, o P-3AM Orion. Doze aviões usados foram adquiridos em 2005, sendo feita manutenção e atualizções para a defesa da costa marítima e do pré-sal, tendo a vida útil prorrogada por mais 40 anos. A primeira aeronave chegou em 2011 e a última unidade do P-3AM será entregue ao Brasil na segunda quinzena de maio.
O Harpoon voa rente ao mar, a baixa altitude, não é detectado por radares e pode ser lançado a mais de 120 km do alvo, pegando de surpresa as embarcações. Nenhum caça do Brasil opera mísseis antinavio. A Marinha possui mísseis antinavios Exocet,  que equipa corvetas e fragatas e também são lançados de helicópteros  a curta distância.
O Harpoon tem corpo em formato cilíndrico em forma de torpedo com asas e barbatanas em cruz. O controle é feito nas aletas na cauda. As asas e barbatanas tem formato de delta com as pontas cortadas. Os mísseis lançados do ar tem asa fixa enquanto as outras versões (lançados do solo e do mar) têm asas dobráveis.
O míssil tem projeto modular com quatro seções:
- seção de guiamento com radar, radar altímetro, unidade de guiamento de meio curso e computador digital.
- seção de carga com cabeça de guerra, espoleta e mecanismo de armação e segurança.
- seção de propulsão com asas, bateria principal, tanques, entrada de ar.
- seção de controle com motor e atuadores.
A FAB informou que só está tentando comprar mísseis agora porque “a introdução de uma plataforma de armas envolve um grande planejamento, e respeita um cronograma de ações e investimentos. Dentro deste cenário, a aquisição dos mísseis ocorre de acordo as possibilidades e objetivos da FAB”.


Principais Características
Harpoon AGM-84 Block II
Local de origem  Estados Unidos
Fabricante Boeing Integrated Defense Systems
Tipo Míssil antinavio
Em serviço 1977
Função primária Míssil antinavio, lançado a partir do ar, superfície ou submarino;
Alimentação Teledyne J402 turbojet, 660 lbf (2.9 kN) de propulsão, e propelente específico para lançamentos de superfície e submarinos
Comprimento lançamento aéreo: 3.8 m (12 ft 7 in)
Comprimento lançamento de superfície ou submarino: 4.6 m (15 ft)
Peso lançamento aéreo: 519 kg (1,160 lb)
Peso lançamento de superfície ou submarino com lançador multi-míssil: 628 kg (1,523 lb)
Diâmetro 340 mm (13.5 in)
Envergadura 910 mm (3 ft)
Alcance 120km
Velocidade Subsónico, ca. 850 km/h (460 nós, 240 m/s, 530 mph)
Guiamento Cruzeiro de baixa altitude por radar altímétrico e guiamento pre-set, radar ''homing'' activo na fase terminal
Ogiva: 221 kg (488 lb), ogiva de penetração com alto explosivo
Custo unitário: US$720,000



Conheça o P-3AM Orion que utilizara o Harpoon AGM-84 Block ll

Em uma transação que teve início em 1998 e só foi assinada em 2005, o Brasil comprou do governo americano 12 aviões patrulha P-3 AM, produzidos na década de 60. Nove aviões são operacionais e outros três, para retirada de peças e treinamento.
O P-3A M Orion é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal e, de modo especial, a região do pré-sal. Além disso, a aeronave apoia as atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.
O P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de Km² (praticamente todo o Atlântico Sul). Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira, e será usado pelo Brasil para vigilância marítima, busca e salvamento e guerra antisubmarina. Com seus quatro Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada, o Orion é capaz de voar de Recife a Madri e retornar sem necessitar de reabastecimento.
O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. Permitem localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas.
A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas.
Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.


















Operadores
Alemanha
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
Chile
Coreia do Sul
Espanha
Estados Unidos
Marinha dos Estados Unidos
Grécia
Irã
Japão
Noruega
Nova Zelândia
Paquistão
Portugal
Tailândia
Taiwan

Introdução de uma sonobóia submarina

Principais Características
Lockheed P-3AM Orion
Horigem   Estados Unidos
Fabricante Lockheed Martin
Entrada em serviço Agosto de 1962
Missão Patrulhamento marítimo
Tripulação 10 ou 11

Dimensões:
Comprimento 35.61 m
Envergadura 30,38 m
Altura        10,29 m
Área asas 120,8 m²
Diâmetro da fuselagem   3.45 m
Diâmetro da hélice      4.11 m

Pesos e Cargas:
Peso em vazio    27,890 kg
Peso máximo de combustível    28,350 kg
Carga máxima dispensável (armas, sonobóias)    9,071 kg
Peso máximo à descolagem    61,235 kg
Peso máximo à aterragem     47,119 kg

Propulsão:
Motores 4x turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv cada

Performance:
Velocidade máxima 761 km/h
Alcance  3,835 km
Tecto máximo 8.626 m
Performance:
Velocidade máxima a 4,500m com 47,625Kg    761Km/h
Veloc. de cruzeiro económica a 7,620 m com 48,895 kg    607Km/h
Velocidade de patrulha a 457 m com 49,895 kg    381 km/h
tecto de serviço    8,625 m
Taxa máxima de subida a 500m    594 m/minuto
Corrida de descolagem c/ obstáculo de 15m    1,673 m
Distância de aterragem a 15 m de altura    1,673 m
Raio operacional    3,835 km
Perspectiva da introdução de uma sonobóia submarina num dos casulos de ejeção:
Raio operacional c/ 3 horas sobre zona alvo    2,494 km
Resistência máxima a 4,500m com 2 motores    17 h 12 min
Resistência máxima a 4,500m com 4 motores    12 h 20 min
Motores   4x Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada

Armamento:
Até 9 toneladas de cargas internas e externas podem ser combinadas com as seguintes opções:
Compartimento interno:
8x Torpedos Mk 46/50
8x Cargas de profundidade MK 54
3x Minas de 450Kg MK 36/52
3x Cargas de profundidade MK 57
2x Cargas de profundidade MK 101
1x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes externos da secção central (2+2)
2x AGM-84 Harpoon
2x AGM-65 Maverick
2x Torpedos Mk 46/50
2x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes exteriores (3+3)
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes



Imagens Wikipédia, Vídeo YouTube.

sábado, 17 de maio de 2014

Marinha utilizará 23 embarcações e 2 mil militares durante Copa entre RJ e ES


A segurança marítima do Rio será intensificada durante a Copa do Mundo. A Força Naval Componente colocará à disposição, durante o mundial de futebol, 23 embarcações e 2 mil militares que vão trabalhar de forma integrada com o Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio e do Espírito Santo. A Marinha vai acompanhar o tráfego marítimo, realizar patrulhamento naval e fazer inspeção nas áreas marítimas e portuárias. A Polícia Federal também participara da segurança marítima.

Treinamento
Visando aos jogos, o comando do 1º Distrito Naval realizou nesta sexta-feira (16) um treinamento com o Navio-Patrulha Oceânico Amazonas (P120), Navio-Patrulha Macaé (P70), uma embarcação do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal e uma embarcação civil para apoio. Durante o treinamento foi efetuada uma simulação de abordagem a um rebocador através do desembarque da lancha de assalto do navio Amazonas.

Classe Amazônia
A Marinha comprou três novos navios-patrulha oceânico do Reino Unido em 2012; dois deles ficam no Rio e um em Natal, no Rio Grande do Norte. Cada um custou R$ 120 milhões. Os navios compõe a classe de navios patrulha oceânico Amazonas, são eles o P-120 - Amazonas,   P-121 - Apa e o P-122 - Araguari.
Em declaração o comandante Álvaro lemos informou que “A flexibilidade desta embarcação é muito grande para o controle de área marítima. Nós operamos com fuzileiros navais, mergulhadores de combate, aeronaves e temos também enfermarias com capacidade de dez leitos para receber náufragos ou pessoas que estejam no mar. Fazemos combate de incêndio no mar, ajuda humanitária, busca e resgate. Trabalhamos na Copa das Confederações, JMJ e operação Amazônia Azul”..

Conheça os Navios Patrulha da classe Amazônia
Com o primeiro navio imcorporado a Marinha do Brasil em 2012, sendo composta por três navios-patrulha oceânicos. Fomam construidos no estaleiro britânico BAE Systems Surface Ships. O primeiro navio incorporado foi o Amazonas em 29 de Junho.. Com seus canhões, metralhadoras, lanchas e helicóptero, é capaz executar inervenções de qual tipo citados.

Principais Características
Comprimento total: 90.5 m
Boca máxima: 13.5 m
Calado máximo: 3.5 m
Deslocamento: 1700 t,
Deslocamento carregado: 2 600 toneladas
Sistema de propulsão: 2 Motores MAN 16V28/33D 7.350 HP
Geração de energia: 3 Geradores CATERPILLAR de 550 kW e 1 Gerador CATERPILLAR de 200kW
Velocidade máxima: 25 nós
Raio de ação a 12 nós: 4.000 MN
Autonomia: 35 dias
Tripulação: 12 Oficiais e 69 Praças
Armamento:01 canhão MSI DS30M - Mk 44 de 30 mm,02 canhões MSI DS25M – M242 de 25mm,02 metralhadoras 12,7mm (.50) removíveis, 02 pontos para montagem de fuzil 7.62mm e 02 lançadores de foguetes iluminativos.




Imagem amprogas.blogspot.com, Vídeo YouTube.


domingo, 27 de outubro de 2013

Saab 2000 Erieye - Vigilância aérea do Paquistão











Em 30 de abril de 2008 em Linköping na Suécia, a Saab alcançou um marco significativo com o primeiro vôo da aeronave Saab 2000 Erieye de alerta aéreo antecipado e controle (AEW & C), desenvolvido no âmbito do Projeto Horizonte para a Força Aérea do Paquistão.

A Força Aérea do Paquistão abreviado como PAF , é o ramo das Forças Armadas paquistanesa de guerra aérea, que tem como principal objetivo a defesa aérea do território da República Islâmica do Paquistão com um papel secundário de prestação de logística aérea para apoiar o Exército  e a Marinha do Paquistão . O PAF também tem um papel terciário de prestação de transporte aéreo estratégico e capacidade logística para o Paquistão. O PAF emprega aproximadamente 65.000 funcionários em tempo integral incluindo cerca de 3.000 pilotos e, atualmente, opera 400 aviões de combate e vários aviões de transporte e treinamento.

Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW & C) da aeronave foram procurados pela primeira vez pelo PAF na década de 1980, mas a exigência não foi cumprida até que em dezembro de 2009, o primeiro de quatro aviões Saab 2000 Erieye foram entregues. Construído com as especificações do PAF, o Saab 2000 Erieye está equipado com cinco estações de operação e 4 postos de comando. A aeronave Erieye radar tem um alcance de 450 km e também é capaz de identificar o tipo de aeronave e as armas que está equipada. Erieye será conectado via link de dados para o comando do PAF e do ambiente solo controle, bem como o combate com as aeronaves como o Falcon F-16 Fighting .

Utilização
O sistema abrange um pacote completo de vigilância, incluindo sistemas baseados em terra, apoio logístico e sistemas de treinamento de missão. A aeronave, totalmente equipado para alerta aéreo antecipado e controle, também pode ser usado para missões nacionais de segurança, controle de fronteiras, comando de ar e controle, coordenação de gestão de desastres e para o controle de tráfego aéreo de emergência.
O Saab Surveillance Systems está oferecendo um novo modo de transporte marítimo para o Erieye AEW & C sistema que pode detectar objetos em movimento tão pequeno como jet skis e barcos de borracha que podem ser utilizados por grupos terroristas e forças especiais. O sistema desempenha um papel importante na vigilância marítima por causa de sua cobertura de área ampla, como outros AEW o radar Erieye já oferece detecção de navios de maior porte.

Propulsão
A aeronave é equipada com dois motores turboélice AE 2100A Rolls-Royce em desenvolvimento 3.095 kW. AE 2100A é um motor de turbina a gás, equipada com dois eixos de uma elevada pressão de 14 estágios (HP) accionado por um compressor de turbina de HP em duas fases. O motor também inclui uma caixa de engrenagens de redução planetária ligada à hélice. Ele também possui um completo controle do motor digital de autoridade (FADEC) para gerenciar tanto motor e hélice.
O comprimento e diâmetro do motor são 11,8 pol (0.29m) e 19 pol (0,48 m) respectivamente.


Avionics
Na aeronave Saab 2000 o estabilizador vertical é ampliado e fortalecido para compensar os efeitos aerodinâmicos do radar e seus suportes de apoio, enquanto que as pontas das asas são reconstruídos e reforçados para transportar antenas e dispensadores de chaff. A carenagem barriga está reformulado e ampliado para montar elementos do sistema de auto-proteção.
Embora a aeronave são pré-propriedade, a vida estrutural não é um fator. O avião foi projetado com uma vida estrutural inicial de 75 mil horas, e em média, a frota tem usado menos de 20 por cento. Com base nas taxas normais de uso, a vida útil restante do AEW & C é mais de 35 anos, com opções para mais re-Lifing.

Capacidades
A escolha de basear Erieye em um avião regional, tem vantagens óbvias em termos de baixas exigências de manutenção de alta confiabilidade, eficiência de custos e, mas também oferece benefícios significativos da missão. Hot-and-high performance do tipo é fundamental no ambiente operacional do Paquistão. A aeronave tem um comprimento de campo equilibrado de 4.593 pé, permitindo o uso de diversos aeroportos pequenos, e pode chegar a 25.000 pés em 16 minutos.
Resistência missão é de nove a 10 horas graças a tanques extras na cabine, e pode operar com até 30.000 pés. Na potência de cruzeiro, o avião voa a cerca de 340 nós, impressionantes para um turboélice. Utilizando um banco de 60 graus, a aeronave pode completar uma volta de 180 graus no fim de um padrão de pista em menos de 30 segundos, com pequena interrupção na faixa de cobertura.
O conforto da tripulação é uma consideração para patrulhas de longa resistência, e através do seu sistema ativo de cancelamento de ruído, o Saab 2000 oferece muito baixos níveis de ruído da cabine. A pressão da cabine de 7.500 pés pode ser mantida em altitude operacional. O avião paquistanês tem uma cozinha e área de descanso, com uma exibição da missão onde a tripulação de descanso pode se manter informado sobre as situações emergentes. O convés de vôo é um ambiente de trabalho muito moderno, com um sistema de seis tubo Collins ProLine 4 eletrônico de informação de voo.

Auto defesa
O sistema de auto-proteção (SPS) é composta por: sistema defensivo auxiliares de controle, alerta radar, alerta laser, abordagem de alerta de mísseis e sistemas de chaff e flares. A suíte de auto-protecção fornece seleção e, no modo automático, o início do joio e seqüências de contramedidas.

Sistema de radar Erieye
O sistema de radar Erieye, é um sistema de Alerta Aéreo Antecipado e Controle (AEW & C), desenvolvido pela Saab Sistemas Eletrônicos de Defesa da Suécia. Ele é baseado na matriz de varredura eletrônica ativa (AESA). O Erieye é usado em uma variedade de plataformas de aeronaves, como a brasileira Embraer E-99 e EMB-145. O sistema foi recentemente implementado na aeronave Saab 2000.The Ground Segment interface Erieye (EGIS) é um componente importante do software usado pelo sistema Erieye.
O radar é um sofisticado Saab Avitronics HES-21 ESM suite de proteção que usa antenas interferômetro e receptores digitais para rastreamento de alta precisão e que vão de emissores. HES-21 é fundido com dados que do radar para fornecer um rastreio detalhado, e pode gerar as suas próprias faixas em intervalos maiores do que é possível com o radar. O sistema também inclui uma função de auto-proteção abrangente, controlando automaticamente o lançamento de chaff e flares.

Com uma cobertura de 300 graus e com um alcance de 450 km para detecção gama de 350 km em um ambiente hostil, em guerra eletrônica densa com radar pesado e alvos em baixas altitude. Além disso, o radar é também capaz de identificar amigos ou inimigos, e tem um modo de vigilância do mar.
O Erieye AEW & C radar é um sistema de missão ativo, o sensor phased-array pulso-doppler pode alimentar uma arquitetura de operador a bordo, ou de dados downlink a uma rede de defesa aérea no solo. O sistema emprega uma abertura grande, antenas dual-sided alojados em uma carenagem dorsal 'prancha'. A antena é fixa, e o feixe é de varredura eletrônica, que prevê a melhoria da detecção e acompanhamento de desempenho significativamente melhor em comparação com sistemas de antenas de radar cúpula. Erieye detecta e rastreia alvos aéreos e marítimos além do horizonte, devido à propagação anômala com alcance instrumentado em 450 quilômetros (280 milhas). Faixa de detecção típico lutador contra alvos do tamanho é de aproximadamente 425 km (264 milhas), em um setor de 150 ° broadside de operação de cada um dos lados da aeronave sendo um lado de cada vez. Fora esses setores, o desempenho é reduzido em direções para a frente e para trás.

Operadores
Paquistão


Principais características
Saab 2000
País de origem  Suécia
Fabricante Saab
Primeiro vôo 26 de março de 1992
Introdução 30 de agosto de 1994
Número construído 63
Carga útil : 5.900 kg (£ 13.010)
Comprimento: 27,28 m (89 ft 6 in)
Envergadura : 24.76 m (81 ft 3 in)
Altura: 7,73 m [ 5 ] (25 ft 4 in)
Área da asa: 55,7 m² (600 m²)
Aerofólio : NASA MS (1) 013
Relação de aspecto : 11:00
Peso vazio : 13,800 kg (£ 30.424)
Max. peso de decolagem : 22.800 kg (£ 50.265)
Motopropulsor : 2 × Allison AE 2100A turboélice , 3.096 kW (4.152 shp ) cada
Hélices: seis lâminas hélices Dowty velocidade constante, por um motor
Motorização
Motor: Rolls-Royce Allison AE-2100
Tipo do Motor: Turbo-Hélice
Número de motores: 2
Potência (cada) 3,096 kW (4,152shp)
Hélice: Hélices com seis pás de velocidade constante Dowty
Performance
Velocidade de Cruzeiro: 682 km/h (424 mph, 368kts)
Altitude Ideal de Cruzeiro: 25.000 ft
Alcance: 3.334 km (1.800 nm, 2.071 mi)
Teto Operacional: 31.000 ft (9.448,8m)
Razão de Subida inicial: 2.250 ft/min (11.4 m/s)
Aviônicos
Suíte de Aviônicos Rockwell Collins Pro Line 4 com processador integrado (IAP)

Erieye
País de origem  Suécia
Introduzido 1996
Tipo Multi-Modo de varredura eletrônica ativa (AESA) pulso doppler radar
Freqüência S-band
Alcance 450 km
Altitude > 20 km (> 65.000 pés)
Azimute
150 ° de cada lado




Imagens Airforce Technology, Vídeos YouTube.