Mostrando postagens com marcador embraer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador embraer. Mostrar todas as postagens

sábado, 5 de julho de 2014

Presidente de Honduras negociará compra de aviões da Embraer

O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, declarou no dia 23/06 que receberá em breve um grupo de trabalho da Embraer com o objetivo de revitalizar a Força Aérea de seu país.  Além disso, a empresa brasileira tem outros produtos e serviços, que podem nos servir de forma muito importante em relação com a segurança nas fronteiras terrestres, como centros de comando que serão desenvolvidos por brasileiros, sendo extremamente importantes para Honduras na luta contra o crime organizado internacional e nacional.
Nos últimos anos, Honduras demonstrou vontade de revitalizar sua Aeronáutica, que dispõe de 11 caças F5, de fabricação americana, e doze Tucanos, produzidos pela Embraer, entre outras aeronaves adquiridas há três décadas.
A maioria dos aviões está fora de serviço por falta de peças de reposição e, no caso dos Tucanos, são aeronaves de treinamento, mas que podem ser equipadas com peças de artilharia, uma das opções para revitalizar a frota, além de adquirir novos aviões através da Embraer.
O presidente do país centro-americano também disse que conversou com o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, para quem expôs "a necessidade de que Honduras aproxime mais suas relações" com o Brasil.
Também lembrou que uma das suas propostas durante a campanha política foi que buscaria para Honduras relações com países com economias e políticas emergentes como as de Brasil, Rússia, China e Índia.
No caso do Brasil, "é uma economia pujante e temos muitas oportunidades de tirar proveito das relações Honduras-Brasil", disse o governante hondurenho.
Honduras também buscará alianças de investimentos com pelo menos "dez das grandes corporações do mundo" e, segundo Hernández, tal propósito está sendo "cumprido com a empresa Embraer do Brasil".

Conheça o EMB 314 / A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira

O Embraer EMB-314 Super Tucano produzido pela Embraer entrou em serviço em 06 de Outubro de 2004. É uma aeronave turboélice de ataque leve e treinamento avançado, que incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB) como também a Força Aérea de outros Países, conforme uma aeronave de ataque tático, capaz de operar na Amazônia brasileira em proveito do projeto SIPAM / SIVAM, e de treinador inicial para pilotos de caça.
Lembrando-se de que o papel do Super Tucano não se limitará ao treinamento de pilotos, a Embraer equipou o A-29 com sistemas projetados não apenas para atender aos requisitos básicos de treinamento, mas também cinco pontos sob a asa e fuselagem que permitem carregar até 1.500 kg de uma extensa gama de armamentos (convencionais e inteligentes) para acompanhar as contínuas mudanças que ocorrem nos potenciais ambientes de operação da aeronave.
Pelas características da região Amazônica (extensa área de floresta fechada, com alta incidência de chuvas, altas temperaturas e umidade elevada) e de ameaça (baixa intensidade) na qual atua. O A-29 Super Tucano é um turboélice, de ataque, com grande autonomia e raio de ação, capaz de operar tanto de dia como a noite, em qualquer condição meteorológica, a partir de pistas curtas e desprovidas de infraestrutura, entre outras.
O EMB-314 Super Tucano é produzido em duas versões:
Monoposto (designado A-29A) - para ataque e reconhecimento armado, dentro da tarefa de interdição; para ataque e cobertura, dentro da tarefa de apoio aéreo aproximado e para interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho.
Biposto (designado A-29B) - além das mesmas atribuições do monoposto; para treinamento e para controle aéreo avançado, na tarefa de ligação e observação.


Principais Características

Descrição
Fabricante                Embraer Defesa e Segurança
Entrada em serviço  06 de Outubro de 2004
Missão Ataque leve e treinamento avançado
Tripulação 1 (monoposto) ou 2 (biposto)

Dimensões
Envergadura: 11,14 m
Comprimento: 11,30 m
Altura: 3,97 m

Pesos
Vazio: 3.200 kg
Máximo de decolagem: 5.400 kg
Carga de combate máxima: 1.550 kg (cargas externas/munições)
Tripulação: 1 piloto no monoposto ou 2 (1 piloto + 1 operador de sistemas/aluno) no biposto

Desempenho
Velocidade máxima nivelada: 590 km/h (limpo)
Velocidade de cruzeiro: 520 km/h
Velocidade de estol: 148 km/h
Alcance de traslado: 1.445 km (combustível interno) e 2.855 km (com tanques externos)
Teto de serviço: 10.665 m
Autonomia: 3,4 h (combustível interno) e 8,4 h (com tanques externos)
Raio de combate: 550 km (Hi-Lo-Hi)
Distância de decolagem / pouso: 900 m / 860 m

Propulsão
Motor: 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência, que incorpora FADEC (controle digital de motor com autoridade total) e EICAS (sistema de indicação de motor e alerta da tripulação)24
Hélice: 1 hélice Hartzell pentapá de 2,38 m de diâmetro

Performance
Velocidade máxima (limpo) 5902 km/h
Alcance (com tanques externos) 2.8552 km
Teto máximo 10.6652 m

Estrutura
Fatores de carga: +7 G / -3,5 G
Pressurização: 5 psi
Vida de fadiga: 12.000 h (combate típico) e 18.000 h (treinamento típico)
Parabrisa: Resistente ao impacto de pássaros de 1,8 kg a 555 km/h

Metralhadora FN Herstal M3P de 12,7 mm na asa da aeronave

Armamentos
Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (cada uma com duzentos tiros, instaladas internamente nas asas)
Canhões: (1x) pod de canhão GIAT M20A1 de 20 mm (sob a fuselagem)
Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes LM-70/19 de 70 mm ou LAU-68 de 70 mm
Bombas: Mk 81; Mk 82 ou M11717 (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas); Lizard18 ou Griffin (guiadas por laser); JDAM (munição conjunta de ataque direto)19 ; SDB (bombas de pequeno diâmetro)20 ;Paveway II (guiada por laser / GPS)
Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 (homologado) ; Python 3 ou Python 4
Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65
Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)
Principais configurações armadas: (infográfico).

Sistemas e equipamentos
  •         A sobrevivência da tripulação é assegurada por meio de blindagem e provisões de tecnologia de ponta como MAWS (Missile Approach Warning System) [Sistema de Alerta de Aproximação de Míssil] e RWR (Radar Warning Receiver) [Receptor de Alerta de Radar], além de dispensadores de chaff e flares. 
  • O sistema de comunicação e navegação é similar àquele das aplicações de treinamento, mas possui características como o PR (Positioning Reporting), Informação de Posição e ALE (Automatic Link Establishment), Estabelecimentos Automáticos de Link, que permitem a transmissão automática de dados de posição e vôo da aeronave a estações terrestres. A aeronave também está equipada com EGIR (Embedded GPS/INS & Radar Altímetro) [GNS/INS & Radar Altímetro Integrados]
  • Um piloto automático militar de dois eixos reduz a carga de trabalho do piloto nas missões de longa duração.
  • As comunicações táticas ocorrem por meio de um rádio V/UHF digital anti-interceptação e interferência, o qual, mediante um modem de data-link, é capaz de transmitir imagens de posições congeladas de visão infra-vermelho - FLIR (Forward-Looking Infrared), ou posições fixas para outras aeronaves. No modo de receptor silencioso, o sistema pode capturar dados de estações em terra ou aeronaves AEW&C sem revelar a sua posição.
  • HUD (Head Up Display), apresentação de dados visível à altura dos olhos do piloto, com UFCP (Up Front Control Panel) painel central e
  • FLIR (Forward Looking Infrared), sistema de visão Infra-Vermelho, que fornece imagens térmicas em dois modos de apresentação que podem ser selecionados pelos tripulantes, inteiramente compatíveis com NVG (óculos de visão noturna) de terceira geração ou superiores.
  • Conceito Full Hands on Throttle and Stick [Mãos na Manete e Manche] (HOTAS)
  •         INS a Laser com Sistema de Navegação GPS
  •         Modos de Ataque Computadorizados (CCIP, CCRP, CCIL, etc.)
  •         HUD (Head Up Display) [Apresentação Visível com a Cabeça Erguida] com UFCP (Up Front Control Panel) [Painel de Controle à Frente]
  •         Duas Telas Multi-Função em Cores, (CMFD) [Color Multi-Function Displays] por posto de pilotagem.
  •         V/UHF tático com provisões para data-link
  •         Rádio-Comunicação e Navegação Integradas
  •         Câmera/Gravador de Vídeo
  •         Sistema de iluminação interna e externa compatível com NVG [Óculos de Visão Noturna] Gen III [terceira geração]
  •         Piloto Automático com capacidade de planejamento de missão incorporada
  •         Infra-Vermelho de Visão à Frente [Forward-Looking Infrared] (FLIR)
  •         Cabine com instrumentação totalmente eletrônica, que resulta em baixa carga de trabalho para proporcionar melhor percepção situacional
  •         Sistema de Apresentação Instalado no Capacete (opcional)

Operadores do A-29 Super Tucano
Brasil - 99 aeronaves
Angola - 6 aeronaves encomendadas
Burkina Faso - 3 aeronaves
Mauritânia - 3 aeronaves encomendadas
Senegal - 3 aeronaves encomendadas
Colômbia - 25 aeronaves
Chile - 12 aeronaves
República Dominicana - 8 aeronaves
Equador - 18 aeronaves
Indonésia - 16 aeronaves encomendadas
Afeganistão - 20 aeronaves encomendadas
Estados Unidos - 1 aeronave (leasing para Tactical Air Defense Services) Programa LAS - 20 aeronaves encomendadas pelo Governo norte-americano que irá repassá-las para a Força Aérea do Afeganistão




Imagem Wikipédia, Vídeo YouTube.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mirage 2000 da FAB e seu substituto Gripen Saab JAS 39

O último caça F-2000 Mirage da Força Aérea Brasileira (FAB) ainda operante, realizou seu último voo na manhã desta terça-feira dia 31/12/2013 partindo da base aérea de Anápolis (GO) às 10h42, com destino ao Museu Aeroespacial no Rio de Janeiro, onde pousou às 11h53 e permanecerá em exposição.
Os caças Mirage 2000 estão em operação desde 2006, quando foram comprados 12 aeronaves usados da França que foram entregues entre 2005 e 2008. Foram mais de 10 mil horas de voo em operações no 1° Grupo de Defesa Aérea da Base Aérea de Anápolis. Por falta de peças de reposição apenas 6 permaneceram em uso, enquanto que os demais foram desmontados como sucata para suprir a manutenção.
O Mirage 2000 será substituído temporariamente pelo F-5, uma aeronave de menor potencial bélico e mais lento, até a chegada dos seus substitutos.
Os caças franceses serão substituídos por 36 Gripen NG, da empresa sueca SAAB. O governo brasileiro vai pagar US$ 4,5 bilhões pelos equipamentos e pela transferência de tecnologia para Embraer. A FAB prevê receber os primeiros caças 48 meses após a assinatura do contrato, que deve ocorrer em dezembro de 2014 com cerca de 12 caças sendo entregues por ano, segundo o Ministério da Defesa.

Armamento
Mirage 2000 tem nove pontos duros para o transporte de cargas do sistema arma: cinco na fuselagem e dois em cada asa. A versão monoposto também está armado com duas montadas internamente, pistolas 30 milímetros de alta taxa de disparo.
Armas ar-ar incluem o MICA multitarget interceptação ar-ar e mísseis de combate, e dois mísseis de combate, ambos da MBDA (formado a partir de uma fusão entre a Matra BAe Dynamics, EADS Aerospatiale e Alenia Marconi Systems). A aeronave pode transportar quatro mísseis MICA, dois mísseis mágicos e três tanques de queda simultaneamente.
Mirage 2000 também é equipado para transportar uma variedade de mísseis e armas ar-superfície, incluindo bombas guiadas a laser. Estes incluem a bomba MBDA BGL 1000 guiado por laser, MBDA AS30L, MBDA Armat míssil anti-radar, MBDA Exocet AM39 anti-navio de mísseis MBDA lançadores de foguetes, MBDA Apache arma stand-off,  e o míssil de cruzeiro furtivo, couro cabeludo.

Contramedidas
A aeronave é equipada com um conjunto de auto-proteção instalado internamente. ICMS mk2 incorpora um receptor e um sistema de processamento de sinal associado na secção de nariz para a detecção de ligações de dados de comando de mísseis.O sistema pode ser conectado a um novo planejamento de
missão programável e um sistema de aterramento análise pós-missão.


Propulsão
Mirage 2000 é equipado com um motor turbofan SNECMA M53-P2, que fornece 64kN empurrou e 98kN com Afterburn. As entradas de ar estão equipadas com um meio em forma de cone do corpo central ajustável, o qual fornece um choque inclinado de pressão de ar para a entrada de ar altamente eficiente.

Atuação
O Mirage 2000 pode subir a uma taxa de 285m / s. A velocidade máxima é de 2.530 km / h (1500 mph) em alta altitude e 1110 km/h (690 mph) em baixa altitude. A gama de balsa é 3.335 km com combustível auxiliar. O teto de serviço é 17.060 m e o alcance de 1550 km com tanques de queda.

Operadores do Mirage 2000
França
Índia
Emirados Árabes
Taiwan
Grécia
Egito
Qatar
Peru
Brasil


Principais Características
Dassault Mirage 2000
Mirage 2000C
Descrição
Fabricante Flag of France.svg - Dassault Aviation
Entrada em serviço 1984
Missão Caça Multi-Missão
Tripulação: 1
Comprimento: 14,36 m (47 pés 1)
Envergadura : 9,13 m (29 pés)
Altura: 5,20 m (17 pés)
Área da asa: 41 m² (441,3 pés ²)
Peso vazio : 7500 kg (£ 16.350)
Peso carregado: 13.800 kg (£ 30.420)
Max. peso de decolagem : 17.000 kg (£ 37.500)
Powerplant : 1 × SNECMA M53 -P2 afterburning turbofan
Empuxo seco: 64,3 kN (14.500 lbf)
Thrust com pós-combustão : 95,1 kN (21.400 lbf)
Atuação
Velocidade máxima : Mach 2.2 (2.530 km / h, 1.500 mph) em alta altitude / 1.110 km/h (690 mph) em baixa altitude
Alcance : 1550 km (837 nmi , 963 mi) com tanques de queda
Faixa de Ferry : 3.335 km (1.800 nmi , 2.073 milhas) com combustível auxiliar
Teto de serviço : 17.060 m (59.000 pés)
Taxa de subida : 285 m / s (56.000 pés / min)
Asa de carga : 337 kg / m² (69 lb / ft ²)
Pressão / peso : 0,7 (para o peso carregado)
Armamento
Armas: 2 × 30 mm (1,18 in) DEFA 554 de canhão revólver , 125 tiros por arma
Hardpoints : 9 Total (4 × sob as asas, 5 × sob-fuselagem) com uma capacidade de 6,300 kg (£ 13.900) externo de combustível e munições
Rockets: Matra 68 milímetros vagens de foguetes não guiados, 18 foguetes por vagem
Mísseis:
Ar-ar mísseis :
6 × MBDA MICA IR / RF
2 × Matra R550 Magic-II e 2 × Matra Super 530D
Ar-superfície mísseis :
2 × AM.39 Exocet
2 × AS-30L míssil guiado por laser
1 × ASMP tático míssil de cruzeiro nuclear
Bombas: 9 × Mk.82
Avionics
Thomson-CSF RDY (Radar Doppler Multi-alvo) radar




Imagens Poder Bélico, Vídeo YouTube.


Conheça o Gripen NG, o novo caça da FAB.


JAS 39 "Gripen" é um caça criado e desenvolvido em conjunto pelos fabricantes Saab, da Suécia, e British Aerospace, da Inglaterra. O termo Gripen em português Grifo, é o nome da criatura mitológica da antiguidade, meio leão, meio águia, cuja imagem também está presente no logotipo da própria marca Saab.
O Gripen NG é realmente um caça multiemprego, com alcance operacional, capacidade de carga e recurso de Guerra Centrada em Rede (NCW) atendendo a todos os empregos definidos.  A capacidade NCW do Brasil será significativamente aprimorada, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema E-99 ERIEYE da Embraer.
Alcance e Raio de Ação
Graças a seus maiores tanques de combustível, o Gripen NG, na configuração de Patrulha Aérea de Combate, alcança um raio de combate de 700 nm (milhas náuticas), ou seja, 1.300 km, a partir da base de operações, com mais de 30 minutos “na estação”.  Tem um alcance de traslado de 2.200 nm (4.000 km).

Sistema de propulsão
Incorporando a mais avançada tecnologia, o motor General Electric F414G do Gripen NG é um turbojato modular, com pós-combustão, apresentando uma baixa razão de diluição e eficiência no consumo de combustível. Com uma taxa de empuxo superior a 22 mil lb (98 kN), o F414G gera 20% mais empuxo que o atual Volvo Aero RM12 do Gripen, viabilizando velocidade de super-cruise equivalente a Mach 1.1, com armas ar-ar.
O motor turbojato RM12 que impulsiona o Gripen foi criado originalmente pelo fabricante norte-americano de motores General Electric e, posteriormente, licenciado para o fabricante sueco de motores aeronáuticos Volvo, que aumentou a sua potência em 10% em relação a versão americana fabricada pela General Electric.7
A combinação dessa motorização Volvo utilizada para impulsionar o Saab JAS 39 Gripen e uma variedade de novas tecnologias, incluindo a aerodinâmica extremamente refinada e o uso de materiais compostos na construção da aeronave, resulta na velocidade máxima de 2.130 km/h em grande altitude e 1.225 km ao nível do mar.8

Radar
Integrando o único radar AESA de 2ª geração do mundo, o ES 05 Raven, o Gripen NG garante sua vantagem em termos de noção situacional.  O radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira, é o único radar de combate do mercado munido de uma placa oscilante (swash plate) móvel, permitindo cobrir ângulos de até ±100.
O Gripen tem fusão de sensores funcionalidade e um sistema de gravação missão full-digital é capaz de capturar todos sensorial e onboard informações do sistema através de uma missão para reprodução posterior.
Do ponto de vista de aviônica, o Gripen dispõe de um radar multi-modo pulso-Doppler Ericsson PS-05/A, com capacidade look-down/shoot-down (olhar para baixo e disparar para baixo) recurso que facilita destruir alvos que estejam voando abaixo do Gripen ou mesmo, rente ao solo, situação que, normalmente representa um fato complicador para o combate.. O radar pode trabalhar em quatro modos ar-ar diferentes: a) Track-while-search, rastreia e engaja múltiplos alvos aéreos; b) Priority-target-tracking, maior precisão para alvos engajados, enquanto ainda rastreia outros alvos; c) Single-target-tracking, modo ar-ar para uso do canhão, por exemplo e d) Air-combat-mode, para detecção automática de alvos aéreos em combate. Em modo ar-terra, alvos tão pequenos quanto um automóvel podem ser rastreados a distâncias de 90 Km. A capacidade do PS-05 supera em três vezes a capacidade de procesamento do radar do seu antecessor, o PS-46, instalado no JAS-37 Viggen e com, apenas, 60% do volume deste. Mesmo esse radar sendo um bom equipamento, e com desempenho adequado, está em estudo a sua substituição, por um novo radar com varredura eletronica AESA, que aumentará, ainda mais, as capacidades de combate do Gripen.

Sistema 
Ele dispõe do melhor sistema de transmissão e recepção de dados via data link existente no mundo. Através desse sistema, o Gripen pode operar com o radar desligado, apenas recebendo dados das posições inimigas dos outros caças, ou de terra, ou ainda de um avião de alerta aéreo antecipado AEW ou AWACS. Assim ele se torna muito difícil de ser detectado pelo inimigo.
Uma garantia da alta probabilidade de vitória em qualquer engajamento é a combinação de baixas assinaturas no espectro visual, radar e infravermelho, com uma carlinga digital inteligente, o mais avançado radar AESA, o sensor de busca e rastreamento no infravermelho IRST (Infra Red Search & Track) e uma superior fusão de sensores, incluindo a melhor integração de armas de última geração e o conjunto de guerra eletrônico.

Atuação
O Gripen NG é o caça mais ágil do mundo em combate de perto. Combina um avançado layout aerodinâmico e uma configuração canard-delta com um sistema triplex de controle de voo fly-by-wire digital.


Armamento
Munições incluem vários mísseis, bombas guiadas a laser, e um único 27 milímetros Mauser BK-27 canhão; mísseis ar-ar incluem Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73, o AGM-65 Maverick míssil ar-terra, e o RBS-15 mísseis anti-navio.

Variantes
JAS 39A : A versão inicial lutador que entrou em serviço com a Força Aérea da Suécia , em 1996. Um programa de modificação já começou e 31 deles serão atualizados com o padrão C / D.
JAS 39B : A versão de dois lugares da variante A. É 0,66 m (2 pés 2) mais do que a versão monoposto. A cabina do piloto não tem um HUD, mas uma imagem a partir do cockpit frente HUD pode ser apresentado no visor de dados de vôo cabina do piloto; versão possui redução da carga de combustível e nenhuma arma interno.
JAS 39C : A versão compatível com a OTAN do Gripen com capacidades alargadas em termos de armamento, eletrônica, etc Ele usa grandes telas coloridas com idioma Inglês, pés e nós em vez de metros e km / h. Esta variante também pode ser reabastecido em vôo.
JAS 39D :. A versão de dois lugares da variante C
Gripen Demonstração: Um demonstrador de tecnologia de dois lugares para as melhorias programadas para o programa Gripen NG As mudanças incluem um novo motor (F414G), SELEX Galileo Corvo ES-05 AESA radar, maior capacidade de combustível, maior carga útil, aviônicos atualizados e outros melhorias. O Gripen NG é um concorrente para a competição MRCA indiano sob o nome "Gripen IN" (Índia).
JAS 39E: Versão de produção do programa Gripen NG. 60 monolugares JAS 39Es estão em ordem para a Suécia, 22 Es são esperados para a Suíça.
JAS 39F: A versão de dois lugares da variante E. A partir de 2013, nenhum foi ordenado. Em 2013, havia rumores de que a Saab chegou a um acordo de desenvolvimento conjunto com a Boeing para reposicionar o JAS 39F "Super" Gripen como um avião de treinamento. No entanto, descobriu-se que o projeto conjunto entre as duas empresas foi para um novo projeto de aeronaves .
Sea Gripen: uma proposta baseada em transportadora versão baseada na variante NG; o seu desenvolvimento estava em andamento em 2011.
Gripen UCAV: Um veículo proposto combate aéreos não tripulados (UCAV) variante; Saab já estariam investigando uma versão opcionalmente tripulado do Gripen E.

Operadores
Atuais – JAS 39 Gripen
África do Sul
Hungria
Reino Unido – para treinamento de alto nível em escola de pilotos de teste
República Checa
Suécia
Tailândia
Futuros – Gripen NG
Brasil (36 aeronaves a serem encomendadas)
Suíça (22 aeronaves a serem encomendadas)


Principais Características
JAS-39 Gripen
Saab JAS 39 Gripen
Descrição
Fabricante  SAAB
Missão Caça multi-missão
Tripulação: 1 (2 para JAS 39D)
Payload : 5,300 kg (£ 11.700)
Comprimento: 14,1 m (46 pés 3); de dois lugares: 14,8 m (48 pés 5)
Wingspan : 8,4 m (27 ft 7 in)
Altura: 4,5 m (14 pés) em 9
Área da asa: 30,0 m² (323 ft ²)
Peso vazio : 6.800 kg (12.600 lb )
Peso carregado: 8.500 kg (18.700 libras)
Max. peso de decolagem : 14,000 kg (£ 31.000)
Powerplant : 1 × Volvo Aero RM12 afterburning turbofan
Empuxo seco: 54 kN (12.100 lbf )
Thrust com pós-combustão : 80,5 kN (18.100 lbf)
Trilha da roda: 2,4 m (7 pés 10 pol)
Atuação
Velocidade máxima : Mach 2 (2.204 kmh, 1,372 mph) em alta altitude
Raio de combate : 800 km (500 milhas, 432 milhas náuticas)
Faixa de Ferry : 3.200 quilômetros (2.000 milhas) com tanques de queda
Teto de serviço : 15.240 m (50.000 pés)
Asa de carga : 283 kg / m² (58 lb / ft ²)
Pressão / peso : 0,97
Armamento
Guns: 1 × 27 milímetros Mauser BK-27 canhão Revolver com 120 rodadas (apenas disponíveis no monoposto modelo A / C)
Hardpoints : 8 (três em cada asa e dois sob a fuselagem) e provisões para realizar combinações de:
Rockets: 4 × vagens foguetes 13,5 centímetros foguetes
Mísseis:
6 × Rb.74 (AIM-9) ou Rb 98 (IRIS-T)
4 × Rb.99 (AIM-120) ou MICA
4 × Meteor (em desenvolvimento)
4 × Rb.75
2 × KEPD.350
2 × Rbs.15F anti-navio de mísseis
Bombas:
4 × GBU-12 Paveway II bomba guiada a laser
2 × Bk.90 conjunto bomba
8 × 82 Marcar bombas




Imagens Poder Aéreo, Vídeo YouTube.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

FAB apresenta novo avião da Esquadrilha da Fumaça

A Força Aérea Brasileira apresentará nesta terça-feira (18 de Dezembro) o novo avião da Esquadrilha da Fumaça, que terá também uma pintura diferente baseada nas cores da bandeira do Brasil.
A Esquadrilha, que existe há 60 anos, usa nos últimos 29 anos a aeronave T-27 Tucano nas apresentações.
Para garantir mais agilidade às acrobacias, o T-27 Tucano será substituído agora pelo A-29 Super Tucano, que é usado também pela Aeronáutica para patrulhar as fronteiras do país.
A primeira exibição pública do A-29 será em um evento fechado na Academia da Força Aérea (AFA), em Pirassununga (SP), nesta terça-feira, quando haverá a Passagem de Comando do Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), assumindo o cargo o tenente-coronel Marcelo Gobett Cardoso no lugar do Tenente-Coronel-Aviador Wagner de Almeida Esteves.
A Aeronáutica receberá 12 novos A-29 para a Esquadrilha da Fumaça, mas apenas 7 serão usados nas apresentações.
Os pilotos terão seis meses para se adaptarem à nova aeronave, que tem mais potência e permitirá novos tipos de acrobacias. A primeira apresentação da Esquadrilha com o novo modelo só deve ocorrer no segundo semestre de 2013.
Em 2012, o Esquadrão de Demonstração Aérea (EDA), o nome do grupo que realiza a Esquadrilha da Fumaça, quebrou o recorde de apresentações: foram 130 em 16 estados brasileiros e em quatro países da América do Sul, segundo a Aeronáutica.

Conheça a diferença entre as aeronaves:

EMB 312 T 27 Tucano
• Motor:Pratt & Whitney Canada PT6A-25C de 750 shp de potência
• Velocidade Máxima: 448 km/h
• Velocidade de Cruzeiro: 319 km/h
• Teto de Serviço: 9.144 m
• Alcance: 2.055 km
• Envergadura: 11,14 m
• Altura: 3,40 m
• Bitola: 3,76 m
• Comprimento: 9,86 m
• Peso Vazio: 1.810 kg
• Armamento: 4 pilones sob as asas podendo carregar casulos de metralhadoras 12,7mm, foguetes e bombas.

EMB 314 A 29 Super Tucano
• Motor: 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência
• Velocidade Máxima: 590 km/h
• Velocidade de Cruzeiro: 520 km/h
• Teto de Serviço: 10.665 m
• Alcance: 2.855 km
• Envergadura: 11,14 m
• Altura: 3,97 m
• Bitola: 3,76 m
• Comprimento: 11,30 m
• Peso Vazio: 3.200 kg
• Armamento: 5 pilones; 4 sob as asas e 1 sob a fuselagem podendo carregar casulos de metralhadoras 12,7mm, foguetes e bombas.






Imagem Wikipédia, Vídeo You tube.











terça-feira, 13 de novembro de 2012

Embraer KC-390

O Embraer KC-390 é um projeto de aeronave para transporte tático/logístico e reabastecimento em voo que estabelece um novo padrão para o transporte militar médio. Desenvolvida para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira, que cogita usá-la em substituição ao C-130 Hércules.  A Embraer almeja alcançar com o projeto a posição de ser o virtual substituto para as demais Forças Aéreas de países que possuem em sua frota essa classe de cargueiro militar.
A indústria de aviação Checa AERO Vodochody como assinou um contrato com a empresa brasileira Embraer, em que a Embraer e a AERO tornam-se parceiros no desenvolvimento e na produção de um novo transporte militar multi-propósito as aeronaves KC-390.
Durante a LAAD, no Rio de Janeiro, foi anunciado que a empresa Aero Vodochody como assinou um contrato com a fabricante de aeronaves Embraer, com base dos parceiros da Embraer e AERO tornam-se no desenvolvimento e produção de um novo transporte militar multi-propósito de aeronaves KC-390 .
AERO vai participar no desenvolvimento e fabricação de ponta, desenvolvimento tecnológico e produção de todas as sete portas, rampas e da fuselagem traseira, o que significa a relação entre desenvolvimento e produção de grandes partes da aeronave.
As negociações sobre uma possível colaboração foi iniciado durante a visita do Presidente Vaclav Klaus, no Brasil, em novembro de 2009, e foi apoiado pelo Ministério da Indústria e Comércio e do Ministério da Defesa. O resultado da cooperação a nível do governo, a assinatura da Declaração de Intenções entre os Ministros da Defesa do Brasil em 13Setembro de 2010.

Desenvolvimento
O KC-390 é um projeto em desenvolvimento para a produção de um jato militar de transporte, anunciado na feira de materiais de defesa Latin America Aero & Defence (LAAD), no Rio de Janeiro no ano de 2007. Na edição de 2009 do mesmo evento foi anunciado formalmente seu programa de lançamento.[1]
Com turbinas a jato, utilizará a tecnologia fly-by-wire em sua aviônica. Terá capacidade para transportar 23,6 toneladas de carga, inclusive veículos. Será a aeronave mais pesada produzida pela Embraer.
Em outubro de 2008, o Congresso Brasileiro aprovou o uso de cerca de R$ 800milhões pela Embraer para o desenvolvimento da aeronave. Essa verba deve ser liberada pela FAB via aval do Executivo.
No início de março de 2009, o executivo brasileiro anunciou um investimento inicial entre R$ 50 e R$ 60 milhões. Esse montante deve representar cerca de 5% do custo de desenvolvimento . Enquanto a Embraer não fecha outras parcerias, a FAB vai preparando a proposta de compra de um lote inicial entre 22 e 30 unidades. O valor do que seria o primeiro contrato deve chegar a US$ 1,3 bilhão, em um mercado estimado pela Embraer de no mínimo US$ 20 bilhões.
Ainda em março de 2009 o Governo brasileiro, durante as turbulências da economia mundial, reiterou investimentos no projeto, a fim de garantir empregos na fabricante brasileira e dotar a Força Aérea Brasileira com o novo equipamento.

Missões
Transporte e lançamento de cargas e tropas
Reabastecimento em voo - caças, transporte ou (ISR) e no solo
Evacuação Aeromédica (UTI móvel, remoção de feridos)
Transporte de cargas paletizadas
Transporte de veículos leves e médios
Ajuda humanitária
Lançamento a baixa altura (LAPES - Low Altitude Parachute Extracting System)
Lançamento de cargas e paraquedistas em todas as altitudes
Operação em pistas não pavimentadas e curtas

Ficha técnica
Dimensões
Envergadura: 33,94 m
Comprimento: 33,43 m
Altura: 11,43 m

Pesos
Máximo de decolagem (MTOW): 58.500 kg (missões táticas); 65.000 kg (normal) e 72.000 kg (transporte logístico)
Carga útil máxima: 23.000 kg

Tripulação: 3 (1 piloto, 1 co-piloto e 1 engenheiro de voo) e 80 soldados equipados ou 64 paraquedistas

Desempenho
Velocidade máxima: Mach 0.8
Velocidade de cruzeiro: 850 km/h
Alcance (ISA +10°C; 72.000 kg TOW e reservas 185 km + 45 min): 6.204 km (cruzeiro de longo alcance com 19.000 kg de carga); 5.417 km (cruzeiro máximo com 19.000 kg de carga)
Transferência de combustível: 2.495 km (raio de missão REVO)
Teto de serviço: 10.973 m

Autonomia
Distância de decolagem: 1.100 m (missões táticas); 1.300 m (normal) e 1.630 m (transporte logístico)

Estrutura
Fator de carga: 3,0 g (missões táticas em pista semipreparada); 2,5 g (normal) e 2,25 g (transporte logístico)
Pressurização: 7,6 psi

Propulsão
Motor: 2 IAE V2500-E5 turbofans

Sistemas e equipamentos
RWR / chaff & flare (sistemas de autodefesa)
Sistema de reabastecimento em voo
Sistema HUD duplo
Iluminação da cabina compatível com sistemas de visão noturna
Sistema de cálculo preciso do ponto de lançamento de carga



Imagem Wikipédia, Vídeo Youtube.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

AMX International AMX

A aeronave A-1, ou AMX como é popularmente conhecida, é um caça-bombardeio-reconhecedor-leve é um avião de ataque ar-superfície usado para missões de interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento aéreo. Foi projetado, desenvolvido e produzido por um consórcio formado entre as empresas Embraer, Alenia e Aermacchi, dentro do contexto de um Programa Conjunto entre o Brasil e a Itália. É uma excelente aeronave de ataque e reconhecimento, que por suas características tecnológicas e capacidade operacional, colocou a FAB em posição destacada no cenário militar da América do Sul. O AMX é capaz de operar em altas velocidades subsônicas a baixa altitude, tanto de dia quanto de noite, e se necessário, a partir de bases pouco equipadas ou com pistas danificadas, além da capacidade de reabastecimento em vôo, o que lhe permite alcançar pontos distantes com alto valor estratégico.. O caça conta com relativamente baixa assinatura em infravermelho e reduzida secção frontal ao radar, para melhorar seu percentual de sucesso nas missões. Está equipado com uma aviônica relativamente moderna, lhe garante a utilização de uma vasta gama de armamentos, cuja precisão é garantida por meio dos seus sistemas e computadores de bordo. A auto-defesa é proporcionada por mísseis ar-ar, canhões integrados e sistemas de contramedidas eletrônicas.

Desenvolvimento
Em 1977, a Força Aérea Italiana efetuou um requerimento para um caça-bombardeiro para substituir seus Aeritalia G.91 e alguns de seus F-104 Starfighter. Em vez de competir entre si pelo contrato, a Aeritalia (agora Alenia Aeronautica) e a Aermacchi concordaram em fazer uma proposta conjunta, já que ambas as companhias estavam considerando o desenvolvimento de uma classe similar de aviões por alguns anos. Os trabalhos de desenvolvimento iniciaram em abril de 1978. Em 27 de março de 1981, o governo italiano e o governo do Brasil concluíram um acordo de requerimentos conjuntos para as aeronaves, e a Embraer foi convidada a se juntar ao programa em julho do mesmo ano. O primeiro protótipo voou em 15 de maio de 1984. Embora esse exemplar tenha sido perdido durante o seu quinto voo (matando seu piloto), o programa de testes foi considerado tranquilo. A produção em série foi iniciada na metade de 1986, com os primeiros exemplares entregues à Força Aérea Italiana e à Força Aérea Brasileira em 1989. Desde então, ao redor de 200 AMXs foram construídos.

Os AMX em ação
Em 1999, o AMX, que na Itália é conhecido como "Ghibli" (nome de um vento que sopra da Líbia para a Europa), cumpriu 274 missões em 1.200 horas de combate na guerra do Kosovo em 1999, como parte da Operação Allied Force com aproveitamento efetivo de 99,5%, sem nenhuma aeronave perdida. A AMI (Força Aérea Italiana) empregou munições guiadas, de origem israelense, nas missões em apoio às operações da OTAN, quando destruíram estações de radar das forças sérvias voando a menos de 100 metros e a 900 km/hora. No total, foram 180 missões nos Balcãs, com 95% de sucessos. Os AMX brasileiros também mostraram sua capacidade nas manobras Red Flag, em Nellis nos EUA. Em agosto de 1998, seis AMX do primeiro lote e 22 pilotos voaram 52 saídas de ataque em 18 missões nas duas últimas semanas da operação. Os AMX atuaram junto com os F-5E Tiger III chilenos, F-16A/B MLU belgas e holandeses, CF-18 canadenses e caça americanos. Os AMX acertaram mais de 75% dos alvos contra uma média de 60% dos outros participantes, penetrando defesas em terra e no ar. Nenhum AMX foi "derrubado" e ainda conseguiram duas vitórias contra os caças inimigos, que tentaram interceptá-los a baixa altitude. Os pilotos aprenderam táticas como "dog legs", "action point" e "cross viper", que agora são usadas extensivamente. Os pilotos de F-16 da Guarda Nacional Americana apelidaram o AMX da FAB de "The Bee" (a abelha), após serem derrubados duas vezes em 1994 na Operação Tiger I em Natal. Nenhum dos nossos AMX foi derrubado nesta operação.
Os AMX da FAB também já podem ter entrado em ação. Dois AMX da FAB podem ter atacado posições da FARC em território colombiano em 1999 durante a operação Querari. Em 2003 os AMX foram usados para bombardear pistas clandestinas na Amazônia. Atualmente o AMX é o vetor aeroestratégico da FAB. Um ensaio decisivo foi realizado em agosto de 2004, quando dois deles saíram da base de Santa Maria, RS e permaneceram no ar, por mais de 10 horas ininterruptas, realizando 3 reabastecimentos em vôo. Cobriram 6.900 Km, não foram detectados e teriam destruído qualquer alvo na América Latina ou até mesmo chegado à África.
A AMI (Força Aérea Italiana) têm ao todo 136 caças distribuídos em 3 esquadrões operacionais, que utilizam 110 AMX monoplace e um esquadrão de conversão com 26 AMX-T biplace).
A FAB tem 54 A-1, sendo 43 monoplace e 11 biplace, divididos em três esquadrões operacionais:

Modernização
Responsável pela entrada em serviço de novas tecnologias como o HUD (Head-up Display), HOTAS (Hands on Throttle and Sticks), MFD (Multi-functional Display) e o RWR (Radar Warning Receiver) esta previsto um programa de modernização dos caças AMX no mesmo padrão das modernizações do A-29 e F-5M. A empresa Elbit foi contratada para ficar responsável pela modernização dos vetores de combate. [1] Na nova versão do AMX, o radar atual vai dar lugar a um sofisticado SCP-01, fabricado em São José dos Campos pela Mectron. Os dados de desempenho do equipamento são considerados sigilosos. Os pilotos passarão a contar com um avançado centro eletrônico de gerenciamento de combate e um designador laser para dirigir bombas inteligentes e mísseis ar-terra de precisão. Uma das vantagens, apontadas pela Embraer, para programa ser realizado em Gavião Peixoto é que mais de 90% dos equipamentos previstos na modernização dos AMX serão produzidos no Brasil pela Aeroeletrônica, de Porto Alegre. A empresa pertence à empresa israelense Elbit, subcontratada da Embraer no programa de modernização dos F-5 BR e na produção do ALX Super Tucano. A interface homem-máquina também será melhorada com uso de tecnologia HOTAS (mãos nos aceleradores e manche), novo HUD com campo de visão de 24 graus, 2 mostradores multi-funcionais (MFCD) de 152x208 mm e um MFCD de 104 x127 mm. A cabine terá novos sistemas e iluminação compatível com uso de óculos de visão noturna (NVG).
A aeronave receberá um novo sistema de geração de oxigênio interno OBOGS (On Board Oxygen Generating System - Sistema Aeroembarcado de Geração de Oxigênio) produz O2 de forma autônoma, sem necessidade de equipamento no solo, prmitindo manter a aeronave no ar por longos períodos.
Um mostrador montado no capacete (HMD) modelo DASH 4 israelense também irá equipar a aeronave. Cada um custa US$ 21 mil e mostra todos dados vitais de vôo e informações do alvo no visor do piloto, sem que ele precise abaixar a cabeça. Isto é muito importante em vôo a baixa altitude.
Os sistemas defensivos incluirão um novo receptor de aviso de radar (RWR) no lugar do ELT-56X usado atualmente e serão instalados lançadores internos de Chaff/Flare. O RWR poderá lançar chaffs automaticamente (Automatic Flare Release). O programa prevê o investimento de US$ 400 milhões ao longo de 5 anos para a modernização dos 43[2] Caças AMX A-1.
O Programa prevê :
• Substituição do atual radar pelo Radar SCP-01, fabricado pela Mectron, de São José dos Campos.
• Novo sistema de geração de oxigênio (OBOGS).
• Novos MFDs
• Iluminação compatível com o uso de óculos de visão noturna.
• Visor montado no capacete.
• Novo RWR.
• Lançadores Chaff/Flare, com lançamento automático.[3]

Características

• Tripulantes: 1 - AMX, 2 - AMX-T (Versão biplace de treinamento/operacional)
• Comprimento: 13,23 m
• Envergadura: 8,87 m
• Altura: 4,55 m
• Peso vazio: 6.730 kg
• Peso carregado: 10.750 kg
• Peso máximo: 13.000 kg
• Motor: um turbofan Rolls-Royce Spey 807
• Empuxo: 4994 kgf (11.000 lbf)

Desempenho
• Velocidade máxima: 1.020 km/h
• Alcance: 3.330 km
• Teto de serviço: 13.000 m (42.600 pés)
• Razão de ascensão: 10.240 pés/min
• Relação empuxo/peso: 0,47
• Decolagem: 631 m (com peso de 10.750 Kg) e Pouso: 753 m (a partir de 15 m de altitude)

Armamento
• 1 canhão rotativo de 20 mm M61 Vulcan (aviões italianos) ou 2 canhões de 30 mm DEFA 554 (aviões brasileiros)
• 2 mísseis ar-ar AIM-9 Sidewinder ou MAA-1 Piranha nos trilhos das pontas das asas
• 3.800 kg de carga bélica em 5 pontos duros, incluindo bombas de emprego geral e bombas guiadas por laser, mísseis ar-superfície, foguetes e pods de reconhecimento.
- bombas de emprego geral Mk.82, Mk.83 e Mk.84
- bombas de fragmentação BAFG-230, 460 e 920
- bombas incendiárias BINC-300
- bombas lança-granadas BLG-252
- bombas anti-pista BAPI
- foguetes não-guiados SBAT 70mm (tubo com 19)
- dispenser de treinamento SUU-20
• Pontos de Fixação: - duplo "pylon" sob a fuselagem
- 4 pontos "duros" sob as asas
- 2 trilhos de ponta de asa para mísseis ar-ar





Imagem Wikipédia, Vídeo youtube.