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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

P-3AM Orion da FAB vigilância e proteção


Em uma transação que teve início em 1998 e só foi assinada em 2005, o Brasil comprou do governo americano 12 aviões patrulha P-3 AM, produzidos na década de 60. Nove aviões são operacionais e outros três, para retirada de peças e treinamento.

O P-3A M Orion é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal e, de modo especial, a região do pré-sal. Além disso, a aeronave apoia as atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.
O P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de Km² (praticamente todo o Atlântico Sul).

Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira, e será usado pelo Brasil para vigilância marítima, busca e salvamento e guerra antisubmarina. Com seus quatro Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada, o Orion é capaz de voar de Recife a Madri e retornar sem necessitar de reabastecimento.


O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. Permitem localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas.

A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas.

Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.


















Operadores
Alemanha
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
Chile
Coreia do Sul
Espanha
Estados Unidos
Marinha dos Estados Unidos
Grécia
Irã
Japão
Noruega
Nova Zelândia
Paquistão
Portugal
Tailândia
Taiwan

Introdução de uma sonobóia submarina

Principais Características
Lockheed P-3AM Orion
Horigem   Estados Unidos
Fabricante Lockheed Martin
Entrada em serviço Agosto de 1962
Missão Patrulhamento marítimo
Tripulação 10 ou 11

Dimensões:
Comprimento 35.61 m
Envergadura 30,38 m
Altura         10,29 m
Área asas 120,8 m²
Diâmetro da fuselagem   3.45 m
Diâmetro da hélice      4.11 m

Pesos e Cargas:
Peso em vazio    27,890 kg
Peso máximo de combustível    28,350 kg
Carga máxima dispensável (armas, sonobóias)    9,071 kg
Peso máximo à descolagem    61,235 kg
Peso máximo à aterragem     47,119 kg

Propulsão:
Motores 4x turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv cada

Performance:
Velocidade máxima 761 km/h
Alcance   3,835 km
Tecto máximo 8.626 m
Performance:
Velocidade máxima a 4,500m com 47,625Kg    761Km/h
Veloc. de cruzeiro económica a 7,620 m com 48,895 kg    607Km/h
Velocidade de patrulha a 457 m com 49,895 kg    381 km/h
tecto de serviço    8,625 m
Taxa máxima de subida a 500m    594 m/minuto
Corrida de descolagem c/ obstáculo de 15m    1,673 m
Distância de aterragem a 15 m de altura    1,673 m
Raio operacional    3,835 km
Perspectiva da introdução de uma sonobóia submarina num dos casulos de ejeção:
Raio operacional c/ 3 horas sobre zona alvo    2,494 km
Resistência máxima a 4,500m com 2 motores    17 h 12 min
Resistência máxima a 4,500m com 4 motores    12 h 20 min
Motores   4x Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 CV de potência cada

Armamento:
Até 9 toneladas de cargas internas e externas podem ser combinadas com as seguintes opções:
Compartimento interno:
8x Torpedos Mk 46/50
8x Cargas de profundidade MK 54
3x Minas de 450Kg MK 36/52
3x Cargas de profundidade MK 57
2x Cargas de profundidade MK 101
1x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes externos da secção central (2+2):
2x AGM-84 Harpoon
2x AGM-65 Maverick
2x Torpedos Mk 46/50
2x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes exteriores (3+3)
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes




Imagens Wikipédia, Vídeo YouTube.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Navios Patrulha Classe Amazonas da Marinha do Brasil

O Navio-Patrulha Oceânico “APA” da Marinha do Brasil atracado no Porto de Vitória-ES, esteve aberto à visitação pública gratuita no último domingo 27/07, das 14 às 17 horas.




















Classe Amazonas
A classe Amazonas de navio-patrulha oceânico (NPaOc) da Marinha do Brasil, é composta por três navios que tem a missão de garantir a segurança e a proteção das riquezas da “Amazônia Azul”. A principal característica desses navios-patrulha é a flexibilidade, possibilitando seu emprego em diversas tarefas, tais como: operações de patrulha naval, assistência humanitária, busca e salvamento, fiscalização, repressão a atividades ilícitas e prevenção contra a poluição hídrica.
Os três navios patrulha oceânicos que formam a classe Amazonas são:
P-120 - Amazonas
P-121 - Apa
P-122 - Araguari
O primeiro de sua classe, o Amazonas, foi entregue à Marinha do Brasil, em junho de 2012.  O segundo navio, o Apa, foi concluído, em novembro de 2012. Já a terceira embarcação foi incorporada em junho de 2013. Durante a preparação dos três navios a Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, recepcionou um efetivo de 250 brasileiros que receberam um extenso treinamento e preparação para a tomada de posse dos novos navios.

BAE Sistems
As três unidades foram construídas pelo estaleiro VT Shipbuilding (agora BAE Systems Surface Ships).
A BAE Systems é uma empresa global que atua nos segmentos de segurança, defesa, e aeroespacial com aproximadamente 94.000 funcionários em todo o mundo. A companhia fornece uma linha completa de produtos e serviços para forças aéreas, terrestres e navais, bem como soluções avançadas em eletrônica, segurança, tecnologia da informação e serviços de suporte a clientes. Em 2012, a BAE Systems alcançou vendas no valor de £17.8 bilhões, cerca de US$ 28.3 bilhões.
No Brasil, a BAE Systems está presente desde os anos 70, por meio de sua predecessora a VT Shipbuilding. Atualmente, a empresa mantém um escritório em Brasília (DF), que dá suporte às Forças Armadas, no que diz respeito a equipamentos como canhões navais, radares, veículos blindados, controles de voo para aeronaves, entre outros; e que busca estabelecer parcerias mutuamente benéficas, por meio da transferência de tecnologia, com os setores de segurança e defesa brasileiros.
De acordo com Mick Ord, diretor executivo da unidade de Navios de Marinha da BAE Systems Maritime: “Temos um grande orgulho em entregar os navios.  Trata-se de navios de grande capacidade e constituirá um importante ativo da Marinha do Brasil. Com ele escrevemos mais um importante capítulo na história das relações entre a BAE Systems e a Marinha do Brasil e aguardamos, com otimismo, a oportunidade de dar continuidade à nossa parceria nos próximos anos”.
O Vice-Almirante Francisco Deiana, Diretor de Engenharia Naval da Marinha do Brasil tem uma visão semelhante. “Os três navios da classe Amazonas são uma importante contribuição à nossa capacidade de prover segurança e proteção às nossas águas jurisdicionais e à concretização dos compromissos que assumimos com a Autoridade Marítima Brasileira. O Araguari e seus irmãos são um ativos fundamentais para o patrimônio da Marinha do Brasil, assim como uma clara indicação da ótima relação que temos com a BAE Systems”.


Operações Aéreas
A classe Amazonas, introduziu um novo padrão de iluminação do convoo, bem como um novo tipo de indicador visual de rampa de aproximação.
Com o atual sistema, as referências visuais com o convoo não são garantidas aos pilotos pela iluminação direta do piso por holofotes direcionais, e sim por luzes especiais de contorno com tecnologia LED, instaladas não apenas na plataforma, mas em outras partes da estrutura e do casco, especialmente na popa.
Todo o sistema de iluminação é otimizado e adaptado para emprego do óculos de visão noturna (OVN).
Trata-se de uma nova tecnologia que exigirá adaptação de todos os envolvidos nas operações aéreas embarcadas e nas doutrinas de segurança de aviação, o que requer um programa de treinamento específico e eficaz aos pilotos, e o futuro emprego do OVN, aumentando de forma significativa, a segurança nas operações aéreas embarcadas na Marinha do Brasil.

Os Navios


NPaOc Amazonas - P 120 "Tigre da Guanabara"


Batimento de Quilha: 15 de junho de 2008
Lançamento: 10 de fevereiro de 2009
Incorporação (MB): 29 de junho de 2012


Em 29 de junho de 2012, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada da Marinha do Brasil, contando com a presença de diretores da BAe Systems e do Líder do Conselho de Portmouth (Prefeito) Gerald Vernon-Jackson, sendo sua madrinha a Embaixatriz Cínara Maria Fonseca de Lima. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Giovani Corrêa.


NPaOc Apa - P 121


Batimento de Quilha: 16 de fevereiro de 2009
Lançamento: 19 de novembro de 2009
Incorporação (MB): 30 de novembro de 2012


No dia 30 de novembro, às 11:00h, em cerimônia presidida pelo Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Fernando Eduardo Studart Wiemer, realizada nas dependências da Base Naval de Portsmouth, no Reino Unido e que contou com o Primeiro Lorde do Almirantado Britânico, Almirante Mark Stanhope, foi batizado, submetido a Mostra de Armamento e Incorporado à Armada da Marinha do Brasil, sendo sua madrinha Sra. Lúcia de Almeida Rêgo Florêncio Chagastelles. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Carlos Marcelo Fernandes Considera.


NPaOc Araguari - P 122


Batimento de Quilha: 25 de setembro de 2009
Lançamento: 16 de julho de 2010
Incorporação (MB): 21 de junho de 2013


Em 21 de junho de 2013, em cerimônia presidida pelo ?, nas dependências da Base Naval de Portmouth, no Reino Unido, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada da Marinha do Brasil, contando com a presença de diversas autoridades, sendo sua madrinha a Sra. Elizabeth Pinto Heluey, esposa do ex-Ministro da Marinha, Almirante-de-Esquadra Afredo Karam. Naquela ocasião assumiu o comando o Capitão-de-Corveta Robledo de Lemos Costa e Sá.


Principais Características da Classe:
Deslocamento
1.815 ton (leve)
2.450 ton (carregado)
Dimensões
Comprimento 90.5 m
Comprimento entre perpendiculares 83 m
Boca 13.5 m
Calado 4.5 m
Propulsão
2 motores diesel (MCP) MAN 16V28/33D de 7.350 hp cada, acoplados cada um a uma linha e eixo com hélice Wärstila 5C10 de passo controlado. Equipado com Bow Thruster (propulsores laterais de proa)
Eletricidade
3 grupos diesel geradores (MCA) Caterpillar C18, acoplados a geradores Leroy Somer SR4B, de 550kW/450V/trifasico/60Hz e um Diesel Gerador de Emergência Caterpillar C9, acoplado a um gerador de 200kW/450V/trifásico/60Hz
Velocidade
Máxima 25 nós
Máxima mantida 21 nós
De cruzeiro 14,5 nós
Raio de Ação
4.000 milhas náuticas a 12 nós e autonomia de 35 dias
Armamento
1 canhão MSI DS-30M/Mk-44 de 30 mm
2 metralhadoras MSI DS-25M/Mk-242 Bushmaster de 25 mm em dois reparos singelos
2 metralhadoras Browing 12,7 mm (.50)
2 pontos para montagem de fuzis de 7,62mm
2 lançadores de foguetes iluminativos de 57 mm
Sensores
Radar de busca combinada Terma Scanter 4100 de banda X com MTI
Alça Optrônica HORUS (EOFCS) para detecção e direção de tiro, integrada por câmera de TV
Câmera termográfica e telêmetro laser
2 radares de navegação Sperry Marine FT-250 ARPA de bandas X e S
Sistema de Dados Tático
Ultra Electronics OSIRIS Combat & Mission Management System, integrando Comando e Controle, Direção de Tiro e Vigilância Eletro Ótico, Radar, Comunicações, Navegação e Gerenciamento da Plataforma
Equipamentos
Capacidade para transportar ate 6 containers com até 15 toneladas cada
1 Guindaste com capacidade para 16 toneladas e lança de 14 metros
2 embarcações de casco semi-rigido (RHIB) Pacific 24 e/ou mais uma tipo Interceptor
Enfermaria com 10 leitos e sala de cirurgias
Tripulação
81 homens (podendo operar com apenas 36), sendo 12 oficiais, 21 suboficiais e sargentos e 48 cabos e marinheiros, com acomodações para o transporte de tropa de até 39 fuzileiros navais ou de uma unidade de GVI/GP, para ações em terra ou abordagens
Aeronaves
Convôo capaz de receber (sem hargar) e reabastecer um helicóptero dos modelos Sikorsky MH-16A Seahawk, Westland AH-11A Super Lynx ou Helibras UH-12/13 Esquilo
Código Internacional de Chamada
PWAZ




Imagens Navios Brasileiros, Vídeo YouTube.

sábado, 5 de julho de 2014

Presidente de Honduras negociará compra de aviões da Embraer

O presidente de Honduras, Juan Orlando Hernández, declarou no dia 23/06 que receberá em breve um grupo de trabalho da Embraer com o objetivo de revitalizar a Força Aérea de seu país.  Além disso, a empresa brasileira tem outros produtos e serviços, que podem nos servir de forma muito importante em relação com a segurança nas fronteiras terrestres, como centros de comando que serão desenvolvidos por brasileiros, sendo extremamente importantes para Honduras na luta contra o crime organizado internacional e nacional.
Nos últimos anos, Honduras demonstrou vontade de revitalizar sua Aeronáutica, que dispõe de 11 caças F5, de fabricação americana, e doze Tucanos, produzidos pela Embraer, entre outras aeronaves adquiridas há três décadas.
A maioria dos aviões está fora de serviço por falta de peças de reposição e, no caso dos Tucanos, são aeronaves de treinamento, mas que podem ser equipadas com peças de artilharia, uma das opções para revitalizar a frota, além de adquirir novos aviões através da Embraer.
O presidente do país centro-americano também disse que conversou com o chanceler brasileiro, Luiz Alberto Figueiredo, para quem expôs "a necessidade de que Honduras aproxime mais suas relações" com o Brasil.
Também lembrou que uma das suas propostas durante a campanha política foi que buscaria para Honduras relações com países com economias e políticas emergentes como as de Brasil, Rússia, China e Índia.
No caso do Brasil, "é uma economia pujante e temos muitas oportunidades de tirar proveito das relações Honduras-Brasil", disse o governante hondurenho.
Honduras também buscará alianças de investimentos com pelo menos "dez das grandes corporações do mundo" e, segundo Hernández, tal propósito está sendo "cumprido com a empresa Embraer do Brasil".

Conheça o EMB 314 / A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira

O Embraer EMB-314 Super Tucano produzido pela Embraer entrou em serviço em 06 de Outubro de 2004. É uma aeronave turboélice de ataque leve e treinamento avançado, que incorpora os últimos avanços em aviônicos e armamentos. Concebido para atender aos requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira (FAB) como também a Força Aérea de outros Países, conforme uma aeronave de ataque tático, capaz de operar na Amazônia brasileira em proveito do projeto SIPAM / SIVAM, e de treinador inicial para pilotos de caça.
Lembrando-se de que o papel do Super Tucano não se limitará ao treinamento de pilotos, a Embraer equipou o A-29 com sistemas projetados não apenas para atender aos requisitos básicos de treinamento, mas também cinco pontos sob a asa e fuselagem que permitem carregar até 1.500 kg de uma extensa gama de armamentos (convencionais e inteligentes) para acompanhar as contínuas mudanças que ocorrem nos potenciais ambientes de operação da aeronave.
Pelas características da região Amazônica (extensa área de floresta fechada, com alta incidência de chuvas, altas temperaturas e umidade elevada) e de ameaça (baixa intensidade) na qual atua. O A-29 Super Tucano é um turboélice, de ataque, com grande autonomia e raio de ação, capaz de operar tanto de dia como a noite, em qualquer condição meteorológica, a partir de pistas curtas e desprovidas de infraestrutura, entre outras.
O EMB-314 Super Tucano é produzido em duas versões:
Monoposto (designado A-29A) - para ataque e reconhecimento armado, dentro da tarefa de interdição; para ataque e cobertura, dentro da tarefa de apoio aéreo aproximado e para interceptação e destruição de aeronaves de baixo desempenho.
Biposto (designado A-29B) - além das mesmas atribuições do monoposto; para treinamento e para controle aéreo avançado, na tarefa de ligação e observação.


Principais Características

Descrição
Fabricante                Embraer Defesa e Segurança
Entrada em serviço  06 de Outubro de 2004
Missão Ataque leve e treinamento avançado
Tripulação 1 (monoposto) ou 2 (biposto)

Dimensões
Envergadura: 11,14 m
Comprimento: 11,30 m
Altura: 3,97 m

Pesos
Vazio: 3.200 kg
Máximo de decolagem: 5.400 kg
Carga de combate máxima: 1.550 kg (cargas externas/munições)
Tripulação: 1 piloto no monoposto ou 2 (1 piloto + 1 operador de sistemas/aluno) no biposto

Desempenho
Velocidade máxima nivelada: 590 km/h (limpo)
Velocidade de cruzeiro: 520 km/h
Velocidade de estol: 148 km/h
Alcance de traslado: 1.445 km (combustível interno) e 2.855 km (com tanques externos)
Teto de serviço: 10.665 m
Autonomia: 3,4 h (combustível interno) e 8,4 h (com tanques externos)
Raio de combate: 550 km (Hi-Lo-Hi)
Distância de decolagem / pouso: 900 m / 860 m

Propulsão
Motor: 1 turboélice Pratt & Whitney Canada PT6A-68C de 1.600 shp de potência, que incorpora FADEC (controle digital de motor com autoridade total) e EICAS (sistema de indicação de motor e alerta da tripulação)24
Hélice: 1 hélice Hartzell pentapá de 2,38 m de diâmetro

Performance
Velocidade máxima (limpo) 5902 km/h
Alcance (com tanques externos) 2.8552 km
Teto máximo 10.6652 m

Estrutura
Fatores de carga: +7 G / -3,5 G
Pressurização: 5 psi
Vida de fadiga: 12.000 h (combate típico) e 18.000 h (treinamento típico)
Parabrisa: Resistente ao impacto de pássaros de 1,8 kg a 555 km/h

Metralhadora FN Herstal M3P de 12,7 mm na asa da aeronave

Armamentos
Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (cada uma com duzentos tiros, instaladas internamente nas asas)
Canhões: (1x) pod de canhão GIAT M20A1 de 20 mm (sob a fuselagem)
Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes LM-70/19 de 70 mm ou LAU-68 de 70 mm
Bombas: Mk 81; Mk 82 ou M11717 (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas); Lizard18 ou Griffin (guiadas por laser); JDAM (munição conjunta de ataque direto)19 ; SDB (bombas de pequeno diâmetro)20 ;Paveway II (guiada por laser / GPS)
Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 (homologado) ; Python 3 ou Python 4
Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65
Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)
Principais configurações armadas: (infográfico).

Sistemas e equipamentos
  •         A sobrevivência da tripulação é assegurada por meio de blindagem e provisões de tecnologia de ponta como MAWS (Missile Approach Warning System) [Sistema de Alerta de Aproximação de Míssil] e RWR (Radar Warning Receiver) [Receptor de Alerta de Radar], além de dispensadores de chaff e flares. 
  • O sistema de comunicação e navegação é similar àquele das aplicações de treinamento, mas possui características como o PR (Positioning Reporting), Informação de Posição e ALE (Automatic Link Establishment), Estabelecimentos Automáticos de Link, que permitem a transmissão automática de dados de posição e vôo da aeronave a estações terrestres. A aeronave também está equipada com EGIR (Embedded GPS/INS & Radar Altímetro) [GNS/INS & Radar Altímetro Integrados]
  • Um piloto automático militar de dois eixos reduz a carga de trabalho do piloto nas missões de longa duração.
  • As comunicações táticas ocorrem por meio de um rádio V/UHF digital anti-interceptação e interferência, o qual, mediante um modem de data-link, é capaz de transmitir imagens de posições congeladas de visão infra-vermelho - FLIR (Forward-Looking Infrared), ou posições fixas para outras aeronaves. No modo de receptor silencioso, o sistema pode capturar dados de estações em terra ou aeronaves AEW&C sem revelar a sua posição.
  • HUD (Head Up Display), apresentação de dados visível à altura dos olhos do piloto, com UFCP (Up Front Control Panel) painel central e
  • FLIR (Forward Looking Infrared), sistema de visão Infra-Vermelho, que fornece imagens térmicas em dois modos de apresentação que podem ser selecionados pelos tripulantes, inteiramente compatíveis com NVG (óculos de visão noturna) de terceira geração ou superiores.
  • Conceito Full Hands on Throttle and Stick [Mãos na Manete e Manche] (HOTAS)
  •         INS a Laser com Sistema de Navegação GPS
  •         Modos de Ataque Computadorizados (CCIP, CCRP, CCIL, etc.)
  •         HUD (Head Up Display) [Apresentação Visível com a Cabeça Erguida] com UFCP (Up Front Control Panel) [Painel de Controle à Frente]
  •         Duas Telas Multi-Função em Cores, (CMFD) [Color Multi-Function Displays] por posto de pilotagem.
  •         V/UHF tático com provisões para data-link
  •         Rádio-Comunicação e Navegação Integradas
  •         Câmera/Gravador de Vídeo
  •         Sistema de iluminação interna e externa compatível com NVG [Óculos de Visão Noturna] Gen III [terceira geração]
  •         Piloto Automático com capacidade de planejamento de missão incorporada
  •         Infra-Vermelho de Visão à Frente [Forward-Looking Infrared] (FLIR)
  •         Cabine com instrumentação totalmente eletrônica, que resulta em baixa carga de trabalho para proporcionar melhor percepção situacional
  •         Sistema de Apresentação Instalado no Capacete (opcional)

Operadores do A-29 Super Tucano
Brasil - 99 aeronaves
Angola - 6 aeronaves encomendadas
Burkina Faso - 3 aeronaves
Mauritânia - 3 aeronaves encomendadas
Senegal - 3 aeronaves encomendadas
Colômbia - 25 aeronaves
Chile - 12 aeronaves
República Dominicana - 8 aeronaves
Equador - 18 aeronaves
Indonésia - 16 aeronaves encomendadas
Afeganistão - 20 aeronaves encomendadas
Estados Unidos - 1 aeronave (leasing para Tactical Air Defense Services) Programa LAS - 20 aeronaves encomendadas pelo Governo norte-americano que irá repassá-las para a Força Aérea do Afeganistão




Imagem Wikipédia, Vídeo YouTube.

sábado, 31 de maio de 2014

O Brasil vai comprar pela 1ª vez mísseis aéreos para afundar navios

Visando proteção marítima, o país e a Força Aérea Brasileira negociaram a aquisição de 20 mísseis Harpoon. Esses mísseis serão usados pela força aérea para patrulha marítima, busca e salvamento, afundar navios e submarinos na superfície.
A Força Aérea Brasileira iniciou neste ano a negociação para adquirir, pela primeira vez no país, mísseis aéreos capazes de afundar navios. Serão comprados 20 mísseis Harpoon, da norte-americana Boeing: 16 operacionais, do modelo AGM-84L Harpoon Block II, para ataque, e outros quatro, para treinamento.
O Pentágono notificou no último dia 6 o Congresso americano sobre a negociação, com custo estimado de R$ 375 milhões, alegando que o arsenal vai ajudar o Brasil nas operações de repressão ao crime organizado transfronteiriço, como a pirataria e tráfico de drogas e armas, segurança das fronteiras e proteção de investimentos e recursos na área marítima.
Misseis Harpoon (arpão para matar baleia, apelido dos submarinos na marinha americana). O míssil seria levado pelo P-3 Orion da US Navy para substituir o míssil Bullpup contra os submarinos lançadores de mísseis classe Juliett e Echo. Esses submarinos precisam subir a superfície para disparar seus mísseis balísticos.
As negociações com o governo dos Estados Unidos iniciaram depois de a FAB receber o primeiro dos aviões que pode usar o míssil, o P-3AM Orion. Doze aviões usados foram adquiridos em 2005, sendo feita manutenção e atualizções para a defesa da costa marítima e do pré-sal, tendo a vida útil prorrogada por mais 40 anos. A primeira aeronave chegou em 2011 e a última unidade do P-3AM será entregue ao Brasil na segunda quinzena de maio.
O Harpoon voa rente ao mar, a baixa altitude, não é detectado por radares e pode ser lançado a mais de 120 km do alvo, pegando de surpresa as embarcações. Nenhum caça do Brasil opera mísseis antinavio. A Marinha possui mísseis antinavios Exocet,  que equipa corvetas e fragatas e também são lançados de helicópteros  a curta distância.
O Harpoon tem corpo em formato cilíndrico em forma de torpedo com asas e barbatanas em cruz. O controle é feito nas aletas na cauda. As asas e barbatanas tem formato de delta com as pontas cortadas. Os mísseis lançados do ar tem asa fixa enquanto as outras versões (lançados do solo e do mar) têm asas dobráveis.
O míssil tem projeto modular com quatro seções:
- seção de guiamento com radar, radar altímetro, unidade de guiamento de meio curso e computador digital.
- seção de carga com cabeça de guerra, espoleta e mecanismo de armação e segurança.
- seção de propulsão com asas, bateria principal, tanques, entrada de ar.
- seção de controle com motor e atuadores.
A FAB informou que só está tentando comprar mísseis agora porque “a introdução de uma plataforma de armas envolve um grande planejamento, e respeita um cronograma de ações e investimentos. Dentro deste cenário, a aquisição dos mísseis ocorre de acordo as possibilidades e objetivos da FAB”.


Principais Características
Harpoon AGM-84 Block II
Local de origem  Estados Unidos
Fabricante Boeing Integrated Defense Systems
Tipo Míssil antinavio
Em serviço 1977
Função primária Míssil antinavio, lançado a partir do ar, superfície ou submarino;
Alimentação Teledyne J402 turbojet, 660 lbf (2.9 kN) de propulsão, e propelente específico para lançamentos de superfície e submarinos
Comprimento lançamento aéreo: 3.8 m (12 ft 7 in)
Comprimento lançamento de superfície ou submarino: 4.6 m (15 ft)
Peso lançamento aéreo: 519 kg (1,160 lb)
Peso lançamento de superfície ou submarino com lançador multi-míssil: 628 kg (1,523 lb)
Diâmetro 340 mm (13.5 in)
Envergadura 910 mm (3 ft)
Alcance 120km
Velocidade Subsónico, ca. 850 km/h (460 nós, 240 m/s, 530 mph)
Guiamento Cruzeiro de baixa altitude por radar altímétrico e guiamento pre-set, radar ''homing'' activo na fase terminal
Ogiva: 221 kg (488 lb), ogiva de penetração com alto explosivo
Custo unitário: US$720,000



Conheça o P-3AM Orion que utilizara o Harpoon AGM-84 Block ll

Em uma transação que teve início em 1998 e só foi assinada em 2005, o Brasil comprou do governo americano 12 aviões patrulha P-3 AM, produzidos na década de 60. Nove aviões são operacionais e outros três, para retirada de peças e treinamento.
O P-3A M Orion é usado na vigilância e proteção de áreas marítimas e dos recursos naturais da Amazônia Legal e, de modo especial, a região do pré-sal. Além disso, a aeronave apoia as atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul sob responsabilidade do Brasil.
O P-3AM assumirá um papel determinante nas missões de busca e salvamento. Por força da Convenção de Chicago, da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), o Brasil é responsável pela busca e salvamento de aeronaves e navios numa área com seis milhões de Km² (praticamente todo o Atlântico Sul). Os P-3AM da FAB equipam o Esquadrão Orungan (1º/7º GAV) que opera na Base Aérea de Salvador, uma unidade histórica para a Aviação de Patrulha brasileira, e será usado pelo Brasil para vigilância marítima, busca e salvamento e guerra antisubmarina. Com seus quatro Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada, o Orion é capaz de voar de Recife a Madri e retornar sem necessitar de reabastecimento.
O avião possui um dos mais modernos sistemas para identificação por radar e dispõe do mecanismo Forward Looking Infra-Red (FLIR), que complementa as informações dos tráfegos marítimos, fornecendo imagens nítidas e claras mesmo no período noturno. Permitem localizar, identificar e repassar todo o cenário do tráfego marítimo para embarcações da Marinha do Brasil e direcionar a atividade de policiamento para as áreas mais críticas.
A nova aeronave também ajudará na defesa do meio ambiente, identificando os responsáveis pelo derramamento de óleo, tanto acidentais quanto provocados. Algumas embarcações que transportam petróleo costumam lavar os tanques com a água do mar. Essa prática criminosa deixa uma mancha de óleo que polui e afeta a vida marinha. Os sensores do P-3AM conseguem identificar os rastros na superfície do mar e, desta forma, identificar a embarcação de origem, mesmo muitas horas depois da abertura dos tanques. O P-3AM pode fotografar o navio infrator e encaminhar as fotos com um relatório para as autoridades ambientais, como prova para a aplicação de multas.
Outra atividade ilegal que a aeronave certamente poderá combater é a pesca na Zona Econômica Exclusiva do Brasil, uma faixa de 370 quilômetros a partir da costa brasileira. As embarcações estrangeiras que praticarem a pesca nessa área também poderão receber multas.


















Operadores
Alemanha
Argentina
Austrália
Brasil
Canadá
Chile
Coreia do Sul
Espanha
Estados Unidos
Marinha dos Estados Unidos
Grécia
Irã
Japão
Noruega
Nova Zelândia
Paquistão
Portugal
Tailândia
Taiwan

Introdução de uma sonobóia submarina

Principais Características
Lockheed P-3AM Orion
Horigem   Estados Unidos
Fabricante Lockheed Martin
Entrada em serviço Agosto de 1962
Missão Patrulhamento marítimo
Tripulação 10 ou 11

Dimensões:
Comprimento 35.61 m
Envergadura 30,38 m
Altura        10,29 m
Área asas 120,8 m²
Diâmetro da fuselagem   3.45 m
Diâmetro da hélice      4.11 m

Pesos e Cargas:
Peso em vazio    27,890 kg
Peso máximo de combustível    28,350 kg
Carga máxima dispensável (armas, sonobóias)    9,071 kg
Peso máximo à descolagem    61,235 kg
Peso máximo à aterragem     47,119 kg

Propulsão:
Motores 4x turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv cada

Performance:
Velocidade máxima 761 km/h
Alcance  3,835 km
Tecto máximo 8.626 m
Performance:
Velocidade máxima a 4,500m com 47,625Kg    761Km/h
Veloc. de cruzeiro económica a 7,620 m com 48,895 kg    607Km/h
Velocidade de patrulha a 457 m com 49,895 kg    381 km/h
tecto de serviço    8,625 m
Taxa máxima de subida a 500m    594 m/minuto
Corrida de descolagem c/ obstáculo de 15m    1,673 m
Distância de aterragem a 15 m de altura    1,673 m
Raio operacional    3,835 km
Perspectiva da introdução de uma sonobóia submarina num dos casulos de ejeção:
Raio operacional c/ 3 horas sobre zona alvo    2,494 km
Resistência máxima a 4,500m com 2 motores    17 h 12 min
Resistência máxima a 4,500m com 4 motores    12 h 20 min
Motores   4x Turbo propulsores Allison T56-A-14 com 4,910 Cv de potência cada

Armamento:
Até 9 toneladas de cargas internas e externas podem ser combinadas com as seguintes opções:
Compartimento interno:
8x Torpedos Mk 46/50
8x Cargas de profundidade MK 54
3x Minas de 450Kg MK 36/52
3x Cargas de profundidade MK 57
2x Cargas de profundidade MK 101
1x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes externos da secção central (2+2)
2x AGM-84 Harpoon
2x AGM-65 Maverick
2x Torpedos Mk 46/50
2x Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
Suportes exteriores (3+3)
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes
2x Torpedos Mk 46 ou Minas de 900Kg MK 25/39/55/56 ou foguetes



Imagens Wikipédia, Vídeo YouTube.

sábado, 17 de maio de 2014

Marinha utilizará 23 embarcações e 2 mil militares durante Copa entre RJ e ES


A segurança marítima do Rio será intensificada durante a Copa do Mundo. A Força Naval Componente colocará à disposição, durante o mundial de futebol, 23 embarcações e 2 mil militares que vão trabalhar de forma integrada com o Centro de Coordenação de Defesa de Área do Rio e do Espírito Santo. A Marinha vai acompanhar o tráfego marítimo, realizar patrulhamento naval e fazer inspeção nas áreas marítimas e portuárias. A Polícia Federal também participara da segurança marítima.

Treinamento
Visando aos jogos, o comando do 1º Distrito Naval realizou nesta sexta-feira (16) um treinamento com o Navio-Patrulha Oceânico Amazonas (P120), Navio-Patrulha Macaé (P70), uma embarcação do Núcleo Especial de Polícia Marítima da Superintendência da Polícia Federal e uma embarcação civil para apoio. Durante o treinamento foi efetuada uma simulação de abordagem a um rebocador através do desembarque da lancha de assalto do navio Amazonas.

Classe Amazônia
A Marinha comprou três novos navios-patrulha oceânico do Reino Unido em 2012; dois deles ficam no Rio e um em Natal, no Rio Grande do Norte. Cada um custou R$ 120 milhões. Os navios compõe a classe de navios patrulha oceânico Amazonas, são eles o P-120 - Amazonas,   P-121 - Apa e o P-122 - Araguari.
Em declaração o comandante Álvaro lemos informou que “A flexibilidade desta embarcação é muito grande para o controle de área marítima. Nós operamos com fuzileiros navais, mergulhadores de combate, aeronaves e temos também enfermarias com capacidade de dez leitos para receber náufragos ou pessoas que estejam no mar. Fazemos combate de incêndio no mar, ajuda humanitária, busca e resgate. Trabalhamos na Copa das Confederações, JMJ e operação Amazônia Azul”..

Conheça os Navios Patrulha da classe Amazônia
Com o primeiro navio imcorporado a Marinha do Brasil em 2012, sendo composta por três navios-patrulha oceânicos. Fomam construidos no estaleiro britânico BAE Systems Surface Ships. O primeiro navio incorporado foi o Amazonas em 29 de Junho.. Com seus canhões, metralhadoras, lanchas e helicóptero, é capaz executar inervenções de qual tipo citados.

Principais Características
Comprimento total: 90.5 m
Boca máxima: 13.5 m
Calado máximo: 3.5 m
Deslocamento: 1700 t,
Deslocamento carregado: 2 600 toneladas
Sistema de propulsão: 2 Motores MAN 16V28/33D 7.350 HP
Geração de energia: 3 Geradores CATERPILLAR de 550 kW e 1 Gerador CATERPILLAR de 200kW
Velocidade máxima: 25 nós
Raio de ação a 12 nós: 4.000 MN
Autonomia: 35 dias
Tripulação: 12 Oficiais e 69 Praças
Armamento:01 canhão MSI DS30M - Mk 44 de 30 mm,02 canhões MSI DS25M – M242 de 25mm,02 metralhadoras 12,7mm (.50) removíveis, 02 pontos para montagem de fuzil 7.62mm e 02 lançadores de foguetes iluminativos.




Imagem amprogas.blogspot.com, Vídeo YouTube.


domingo, 23 de março de 2014

Aeronaves da FAB buscam bimotor desaparecido no PA


Um avião e um helicóptero com tripulações de militares da FAB estão sendo empregados nas buscas a um bimotor modelo Beechcraft BE 58 Baron, de prefixo PR-LMN, pertencente à empresa Jotan Taxi Aéreo, desaparecido próximo à cidade de Jacareacanga (PA) por volta das 12h53, horário local, de terça-feira (18).

A FAB informou que um helicóptero UH-60 Black Hawk do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), sediado em Manaus (AM), e um SC-105 Amazonas do Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV), de Campo Grande (MS), especializados em missões de Busca e Salvamento, estão empregados nas buscas.

De acordo com informações do Salvaero Amazônico, a aeronave de táxi aéreo partiu de Itaituba (PA) com direção à Jacareacanga quando atingiu mau tempo. Os radares acusam seu desaparecimento a aproximadamente 29 km à nordeste de destino.

Segundo informações do Salvaero da Região Amazônica, o problema é o mau tempo na região com intenso nevoeiro.  Além da FAB, também auxiliam nas buscas dois aviões Jotan Taxi Aéreo e um helicóptero da Polícia Militar do Pará.

Segundo o Ministério da Saúde, estavam no avião as técnicas de enfermagem Rayline Sabrina Brito Campos, Luciney Aguiar de Sousa e Raimunda Lúcia da Silva Costa, o motorista Ari Lima e o piloto Luiz Feltrin.

De acordo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação da aeronave desaparecida, de matrícula PR-LMN, estava regular. A Inspeção Anual de Manutenção (IAM) e o Certificado de Aeronavegabilidade (CA) estavam em dia.

Conheça abaixo as duas aeronaves da FAB envolvidas nas buscas. O  Helicóptero UH-60 Black Hawk e o avião SC-105 Amazônia, estão em matérias publicadas nesse blog nos dias 25 Jan 2014 e 22 Mar 2014 respectivamente.

Clique abaixo:

http://militareseseusarmamentos.blogspot.com.br/2014/01/helicoptero-hh-60-pave-hawk.html

http://militareseseusarmamentos.blogspot.com.br/2014/03/fab-sc-105-amazonia-busca-e-salvamento.html


sábado, 22 de março de 2014

FAB SC-105 Amazônia Busca e Salvamento

O SC-105 Amazonas é um bimotor turbohélice desenvolvido para o transporte tático militar pela Construtora de Aeronáuticas S.A. - CASA, parte da EADS. A EADS CASA foi um fabricante de aeronaves espanhola, anteriormente  (CASA). Tornou-se o ramo espanhol da EADS em 1999, e foi absorvida pela Airbus Military , em 2009.
O Avião é designado pelo fabricante C-295 é uma derivação do avião regional CN-295. A aeronave tem características que favorecem seu uso em missões militares, utilizando 2 propulsores Pratt & Witney PW-127G, possui capacidade de operar em pistas não pavimentadas, além da rampa traseira, muito útil no embarque e desembarque de material ou pára-quedistas. Além da versão militar de transporte utilizada pelo Brasil, há também versão militar de busca e salvamento C-295.

Capacidade Operacional
Transporte de tropa - 71 assentos
Transporte de Pallet – através de rampa
Evacuação médica - 24 macas
Transporte de veículos - Três veículos leves

Operadores
Força Aérea da Espanha - 13 aeronaves.
Força Aérea da Polônia - 8 aeronaves.
Marinha dos Emirados Árabes - 4 aeronaves.
Força Aérea Brasileira - 12 aeronaves.
Força Aérea da Suíça - 2 aeronaves.
Força Aérea da Chile - 8 aeronaves.
Força Aérea da Tailândia - 6 aeronaves.
Força Aérea da Taiwan - 19 aeronaves.
Força Aérea da Jordânia - 2 aeronaves.
Força Aérea da Finlândia - 2 aeronaves.
Força Aérea Portuguesa - 12 aeronaves.
Força Aérea da Argélia - 10 aeronaves.

Principais Características
País de origem: Espanha
Fabricante: Construtores de Aeronauticas SA (CASA)
Tipo: Avião de transporte tático bimotor turboélice
Entrada em serviço 2001
Missão Transporte e Patrulha Marítima
Principais Características
Tripulação 2 (piloto e co-piloto) + 73 soldados equipados ou 48 paraquedistas
Dimensões
Comprimento 24,50 m
Envergadura 25,81 m
Altura 8,66 m
Peso
Tara 9.500 kg
Peso bruto máximo 23.200 kg
Propulsão
Motores Dois turboélices Pratt & Whitney Canada PW127G, com 2.920 shp cada.
Performance
Velocidade máxima 481 km/h
Alcance 5.630 km
Teto máximo 7,620 m (25,000 ft) m




Imagem Wikipédia Vídeo YouTube.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Mirage 2000 da FAB e seu substituto Gripen Saab JAS 39

O último caça F-2000 Mirage da Força Aérea Brasileira (FAB) ainda operante, realizou seu último voo na manhã desta terça-feira dia 31/12/2013 partindo da base aérea de Anápolis (GO) às 10h42, com destino ao Museu Aeroespacial no Rio de Janeiro, onde pousou às 11h53 e permanecerá em exposição.
Os caças Mirage 2000 estão em operação desde 2006, quando foram comprados 12 aeronaves usados da França que foram entregues entre 2005 e 2008. Foram mais de 10 mil horas de voo em operações no 1° Grupo de Defesa Aérea da Base Aérea de Anápolis. Por falta de peças de reposição apenas 6 permaneceram em uso, enquanto que os demais foram desmontados como sucata para suprir a manutenção.
O Mirage 2000 será substituído temporariamente pelo F-5, uma aeronave de menor potencial bélico e mais lento, até a chegada dos seus substitutos.
Os caças franceses serão substituídos por 36 Gripen NG, da empresa sueca SAAB. O governo brasileiro vai pagar US$ 4,5 bilhões pelos equipamentos e pela transferência de tecnologia para Embraer. A FAB prevê receber os primeiros caças 48 meses após a assinatura do contrato, que deve ocorrer em dezembro de 2014 com cerca de 12 caças sendo entregues por ano, segundo o Ministério da Defesa.

Armamento
Mirage 2000 tem nove pontos duros para o transporte de cargas do sistema arma: cinco na fuselagem e dois em cada asa. A versão monoposto também está armado com duas montadas internamente, pistolas 30 milímetros de alta taxa de disparo.
Armas ar-ar incluem o MICA multitarget interceptação ar-ar e mísseis de combate, e dois mísseis de combate, ambos da MBDA (formado a partir de uma fusão entre a Matra BAe Dynamics, EADS Aerospatiale e Alenia Marconi Systems). A aeronave pode transportar quatro mísseis MICA, dois mísseis mágicos e três tanques de queda simultaneamente.
Mirage 2000 também é equipado para transportar uma variedade de mísseis e armas ar-superfície, incluindo bombas guiadas a laser. Estes incluem a bomba MBDA BGL 1000 guiado por laser, MBDA AS30L, MBDA Armat míssil anti-radar, MBDA Exocet AM39 anti-navio de mísseis MBDA lançadores de foguetes, MBDA Apache arma stand-off,  e o míssil de cruzeiro furtivo, couro cabeludo.

Contramedidas
A aeronave é equipada com um conjunto de auto-proteção instalado internamente. ICMS mk2 incorpora um receptor e um sistema de processamento de sinal associado na secção de nariz para a detecção de ligações de dados de comando de mísseis.O sistema pode ser conectado a um novo planejamento de
missão programável e um sistema de aterramento análise pós-missão.


Propulsão
Mirage 2000 é equipado com um motor turbofan SNECMA M53-P2, que fornece 64kN empurrou e 98kN com Afterburn. As entradas de ar estão equipadas com um meio em forma de cone do corpo central ajustável, o qual fornece um choque inclinado de pressão de ar para a entrada de ar altamente eficiente.

Atuação
O Mirage 2000 pode subir a uma taxa de 285m / s. A velocidade máxima é de 2.530 km / h (1500 mph) em alta altitude e 1110 km/h (690 mph) em baixa altitude. A gama de balsa é 3.335 km com combustível auxiliar. O teto de serviço é 17.060 m e o alcance de 1550 km com tanques de queda.

Operadores do Mirage 2000
França
Índia
Emirados Árabes
Taiwan
Grécia
Egito
Qatar
Peru
Brasil


Principais Características
Dassault Mirage 2000
Mirage 2000C
Descrição
Fabricante Flag of France.svg - Dassault Aviation
Entrada em serviço 1984
Missão Caça Multi-Missão
Tripulação: 1
Comprimento: 14,36 m (47 pés 1)
Envergadura : 9,13 m (29 pés)
Altura: 5,20 m (17 pés)
Área da asa: 41 m² (441,3 pés ²)
Peso vazio : 7500 kg (£ 16.350)
Peso carregado: 13.800 kg (£ 30.420)
Max. peso de decolagem : 17.000 kg (£ 37.500)
Powerplant : 1 × SNECMA M53 -P2 afterburning turbofan
Empuxo seco: 64,3 kN (14.500 lbf)
Thrust com pós-combustão : 95,1 kN (21.400 lbf)
Atuação
Velocidade máxima : Mach 2.2 (2.530 km / h, 1.500 mph) em alta altitude / 1.110 km/h (690 mph) em baixa altitude
Alcance : 1550 km (837 nmi , 963 mi) com tanques de queda
Faixa de Ferry : 3.335 km (1.800 nmi , 2.073 milhas) com combustível auxiliar
Teto de serviço : 17.060 m (59.000 pés)
Taxa de subida : 285 m / s (56.000 pés / min)
Asa de carga : 337 kg / m² (69 lb / ft ²)
Pressão / peso : 0,7 (para o peso carregado)
Armamento
Armas: 2 × 30 mm (1,18 in) DEFA 554 de canhão revólver , 125 tiros por arma
Hardpoints : 9 Total (4 × sob as asas, 5 × sob-fuselagem) com uma capacidade de 6,300 kg (£ 13.900) externo de combustível e munições
Rockets: Matra 68 milímetros vagens de foguetes não guiados, 18 foguetes por vagem
Mísseis:
Ar-ar mísseis :
6 × MBDA MICA IR / RF
2 × Matra R550 Magic-II e 2 × Matra Super 530D
Ar-superfície mísseis :
2 × AM.39 Exocet
2 × AS-30L míssil guiado por laser
1 × ASMP tático míssil de cruzeiro nuclear
Bombas: 9 × Mk.82
Avionics
Thomson-CSF RDY (Radar Doppler Multi-alvo) radar




Imagens Poder Bélico, Vídeo YouTube.


Conheça o Gripen NG, o novo caça da FAB.


JAS 39 "Gripen" é um caça criado e desenvolvido em conjunto pelos fabricantes Saab, da Suécia, e British Aerospace, da Inglaterra. O termo Gripen em português Grifo, é o nome da criatura mitológica da antiguidade, meio leão, meio águia, cuja imagem também está presente no logotipo da própria marca Saab.
O Gripen NG é realmente um caça multiemprego, com alcance operacional, capacidade de carga e recurso de Guerra Centrada em Rede (NCW) atendendo a todos os empregos definidos.  A capacidade NCW do Brasil será significativamente aprimorada, operando-se o Gripen NG em combinação com o sistema E-99 ERIEYE da Embraer.
Alcance e Raio de Ação
Graças a seus maiores tanques de combustível, o Gripen NG, na configuração de Patrulha Aérea de Combate, alcança um raio de combate de 700 nm (milhas náuticas), ou seja, 1.300 km, a partir da base de operações, com mais de 30 minutos “na estação”.  Tem um alcance de traslado de 2.200 nm (4.000 km).

Sistema de propulsão
Incorporando a mais avançada tecnologia, o motor General Electric F414G do Gripen NG é um turbojato modular, com pós-combustão, apresentando uma baixa razão de diluição e eficiência no consumo de combustível. Com uma taxa de empuxo superior a 22 mil lb (98 kN), o F414G gera 20% mais empuxo que o atual Volvo Aero RM12 do Gripen, viabilizando velocidade de super-cruise equivalente a Mach 1.1, com armas ar-ar.
O motor turbojato RM12 que impulsiona o Gripen foi criado originalmente pelo fabricante norte-americano de motores General Electric e, posteriormente, licenciado para o fabricante sueco de motores aeronáuticos Volvo, que aumentou a sua potência em 10% em relação a versão americana fabricada pela General Electric.7
A combinação dessa motorização Volvo utilizada para impulsionar o Saab JAS 39 Gripen e uma variedade de novas tecnologias, incluindo a aerodinâmica extremamente refinada e o uso de materiais compostos na construção da aeronave, resulta na velocidade máxima de 2.130 km/h em grande altitude e 1.225 km ao nível do mar.8

Radar
Integrando o único radar AESA de 2ª geração do mundo, o ES 05 Raven, o Gripen NG garante sua vantagem em termos de noção situacional.  O radar ES 05 Raven, desenvolvido pela Selex-Galileo com a Saab e a indústria brasileira, é o único radar de combate do mercado munido de uma placa oscilante (swash plate) móvel, permitindo cobrir ângulos de até ±100.
O Gripen tem fusão de sensores funcionalidade e um sistema de gravação missão full-digital é capaz de capturar todos sensorial e onboard informações do sistema através de uma missão para reprodução posterior.
Do ponto de vista de aviônica, o Gripen dispõe de um radar multi-modo pulso-Doppler Ericsson PS-05/A, com capacidade look-down/shoot-down (olhar para baixo e disparar para baixo) recurso que facilita destruir alvos que estejam voando abaixo do Gripen ou mesmo, rente ao solo, situação que, normalmente representa um fato complicador para o combate.. O radar pode trabalhar em quatro modos ar-ar diferentes: a) Track-while-search, rastreia e engaja múltiplos alvos aéreos; b) Priority-target-tracking, maior precisão para alvos engajados, enquanto ainda rastreia outros alvos; c) Single-target-tracking, modo ar-ar para uso do canhão, por exemplo e d) Air-combat-mode, para detecção automática de alvos aéreos em combate. Em modo ar-terra, alvos tão pequenos quanto um automóvel podem ser rastreados a distâncias de 90 Km. A capacidade do PS-05 supera em três vezes a capacidade de procesamento do radar do seu antecessor, o PS-46, instalado no JAS-37 Viggen e com, apenas, 60% do volume deste. Mesmo esse radar sendo um bom equipamento, e com desempenho adequado, está em estudo a sua substituição, por um novo radar com varredura eletronica AESA, que aumentará, ainda mais, as capacidades de combate do Gripen.

Sistema 
Ele dispõe do melhor sistema de transmissão e recepção de dados via data link existente no mundo. Através desse sistema, o Gripen pode operar com o radar desligado, apenas recebendo dados das posições inimigas dos outros caças, ou de terra, ou ainda de um avião de alerta aéreo antecipado AEW ou AWACS. Assim ele se torna muito difícil de ser detectado pelo inimigo.
Uma garantia da alta probabilidade de vitória em qualquer engajamento é a combinação de baixas assinaturas no espectro visual, radar e infravermelho, com uma carlinga digital inteligente, o mais avançado radar AESA, o sensor de busca e rastreamento no infravermelho IRST (Infra Red Search & Track) e uma superior fusão de sensores, incluindo a melhor integração de armas de última geração e o conjunto de guerra eletrônico.

Atuação
O Gripen NG é o caça mais ágil do mundo em combate de perto. Combina um avançado layout aerodinâmico e uma configuração canard-delta com um sistema triplex de controle de voo fly-by-wire digital.


Armamento
Munições incluem vários mísseis, bombas guiadas a laser, e um único 27 milímetros Mauser BK-27 canhão; mísseis ar-ar incluem Mica, Amraam, Meteor, Sidewinder, Iris-T, Python 4, R73, o AGM-65 Maverick míssil ar-terra, e o RBS-15 mísseis anti-navio.

Variantes
JAS 39A : A versão inicial lutador que entrou em serviço com a Força Aérea da Suécia , em 1996. Um programa de modificação já começou e 31 deles serão atualizados com o padrão C / D.
JAS 39B : A versão de dois lugares da variante A. É 0,66 m (2 pés 2) mais do que a versão monoposto. A cabina do piloto não tem um HUD, mas uma imagem a partir do cockpit frente HUD pode ser apresentado no visor de dados de vôo cabina do piloto; versão possui redução da carga de combustível e nenhuma arma interno.
JAS 39C : A versão compatível com a OTAN do Gripen com capacidades alargadas em termos de armamento, eletrônica, etc Ele usa grandes telas coloridas com idioma Inglês, pés e nós em vez de metros e km / h. Esta variante também pode ser reabastecido em vôo.
JAS 39D :. A versão de dois lugares da variante C
Gripen Demonstração: Um demonstrador de tecnologia de dois lugares para as melhorias programadas para o programa Gripen NG As mudanças incluem um novo motor (F414G), SELEX Galileo Corvo ES-05 AESA radar, maior capacidade de combustível, maior carga útil, aviônicos atualizados e outros melhorias. O Gripen NG é um concorrente para a competição MRCA indiano sob o nome "Gripen IN" (Índia).
JAS 39E: Versão de produção do programa Gripen NG. 60 monolugares JAS 39Es estão em ordem para a Suécia, 22 Es são esperados para a Suíça.
JAS 39F: A versão de dois lugares da variante E. A partir de 2013, nenhum foi ordenado. Em 2013, havia rumores de que a Saab chegou a um acordo de desenvolvimento conjunto com a Boeing para reposicionar o JAS 39F "Super" Gripen como um avião de treinamento. No entanto, descobriu-se que o projeto conjunto entre as duas empresas foi para um novo projeto de aeronaves .
Sea Gripen: uma proposta baseada em transportadora versão baseada na variante NG; o seu desenvolvimento estava em andamento em 2011.
Gripen UCAV: Um veículo proposto combate aéreos não tripulados (UCAV) variante; Saab já estariam investigando uma versão opcionalmente tripulado do Gripen E.

Operadores
Atuais – JAS 39 Gripen
África do Sul
Hungria
Reino Unido – para treinamento de alto nível em escola de pilotos de teste
República Checa
Suécia
Tailândia
Futuros – Gripen NG
Brasil (36 aeronaves a serem encomendadas)
Suíça (22 aeronaves a serem encomendadas)


Principais Características
JAS-39 Gripen
Saab JAS 39 Gripen
Descrição
Fabricante  SAAB
Missão Caça multi-missão
Tripulação: 1 (2 para JAS 39D)
Payload : 5,300 kg (£ 11.700)
Comprimento: 14,1 m (46 pés 3); de dois lugares: 14,8 m (48 pés 5)
Wingspan : 8,4 m (27 ft 7 in)
Altura: 4,5 m (14 pés) em 9
Área da asa: 30,0 m² (323 ft ²)
Peso vazio : 6.800 kg (12.600 lb )
Peso carregado: 8.500 kg (18.700 libras)
Max. peso de decolagem : 14,000 kg (£ 31.000)
Powerplant : 1 × Volvo Aero RM12 afterburning turbofan
Empuxo seco: 54 kN (12.100 lbf )
Thrust com pós-combustão : 80,5 kN (18.100 lbf)
Trilha da roda: 2,4 m (7 pés 10 pol)
Atuação
Velocidade máxima : Mach 2 (2.204 kmh, 1,372 mph) em alta altitude
Raio de combate : 800 km (500 milhas, 432 milhas náuticas)
Faixa de Ferry : 3.200 quilômetros (2.000 milhas) com tanques de queda
Teto de serviço : 15.240 m (50.000 pés)
Asa de carga : 283 kg / m² (58 lb / ft ²)
Pressão / peso : 0,97
Armamento
Guns: 1 × 27 milímetros Mauser BK-27 canhão Revolver com 120 rodadas (apenas disponíveis no monoposto modelo A / C)
Hardpoints : 8 (três em cada asa e dois sob a fuselagem) e provisões para realizar combinações de:
Rockets: 4 × vagens foguetes 13,5 centímetros foguetes
Mísseis:
6 × Rb.74 (AIM-9) ou Rb 98 (IRIS-T)
4 × Rb.99 (AIM-120) ou MICA
4 × Meteor (em desenvolvimento)
4 × Rb.75
2 × KEPD.350
2 × Rbs.15F anti-navio de mísseis
Bombas:
4 × GBU-12 Paveway II bomba guiada a laser
2 × Bk.90 conjunto bomba
8 × 82 Marcar bombas




Imagens Poder Aéreo, Vídeo YouTube.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Artilharia Antiaérea Brasileira - Pantsir-S1 e Igla-S

A assinatura do contrato para fornecimento do complexo de mísseis Pantsir-S1 foi incluída no programa da visita do ministro da Defesa russo, Serguêi Choigu, a Brasília.
Ambas as partes terão que trabalhar em regime de urgência para cumprir o acordo, uma vez que faltam apenas oito meses para fabricar e fornecer os complexos, bem como treinar a equipe de serviço.
Além de três conjuntos de defesa antiaérea Pantsir-S1 (que incluem de 12 a 18 complexos), serão incluídas na pauta das reuniões em Brasília as negociações referentes à possível compra de dois conjuntos do sistema de defesa antiaérea Igla, já em uso no Brasil há 20 anos.
O lado brasileiro, contudo, não está apenas interessado na compra dos sistemas russos de defesa antiaérea, mas também no repasse de tecnologia para futura fabricação dos componentes em território nacional.

Texto do Ministério de Defesa
Descrição
O Projeto de Defesa Antiaérea pretende dotar o Brasil de um sistema de alta tecnologia capaz de repelir ameaças em seu espaço aéreo, a partir de pontos e zonas de superfície estratégicas. Para tanto, prevê a aquisição e o desenvolvimento de mísseis e baterias de alcance adequado e grande poder de fogo.
Numa primeira etapa, o Brasil deverá adquirir cinco baterias antiaéreas russas - três do modelo Pantsir-S1, de médio alcance, e duas lgla-S, com raio de ação curto. O objetivo é promover a modernização dos meios de artilharia da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, ampliando a capacidade dissuasória do país.
Os novos sistemas terão papel importante na segurança de grandes eventos, como os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A compra dos armamentos prevê a garantia do fabricante de transferência de tecnologia sem restrições.

Importância Estratégica:
Baterias antiaéreas de curto e médio alcance são fundamentais em qualquer sistema de defesa.O Pantsir-S1, avançado sistema de artilharia antiaérea, será utilizado peias três Forças Armadas e possibilitará o engajamento de ameaças aéreas a média altura (três mil a 15 mil metros), faixa em que trafegam aeronaves de alto desempenho. Já os mísseis portáteis Igia-S, com alcance de até 6 quilômetros, serão utilizados pelo Exército Brasileiro no combate a aeronaves após contato visual.
Além do apoio de fogo de elevada precisão, esses equipamentos apresentam favorável relação custo/ benefício. O Sistema Pantsir-S1 possui condições operacionais e custo de reparo adaptável à realidade brasileira, com componentes que podem ser substituídos por equivalentes fabricados no Brasil.
No caso do Igla-S, a vantagem está no emprego do equipamento em ambientes operacionais com características especiais. O equipamento na versão 5/9K38 é a mais recente arma antiaérea leve disparada do ombro de um soldado (MANPADS). O Exército Brasileiro utiliza modelos de gerações anteriores, mais pesados e de alcance limitado.

Principais Benefícios:
• Participação de empresas brasileiras no fornecimento de componentes - como blindados lançadores - e consequente benefício para a indústria nacional de defesa com a transferência tecnológica, especialmente de sistemas de inteligência de detecção e disparas contra alvos aéreos;
• Formação de uma joint venture para a fabricação do Igla-S no País. No futuro, o equipamento deverá ser produzido por uma espécie de consórcio formado pelas principais empresas do setor, o que fortalecerá a indústria nacional de defesa;
• Diminuição do custo de aquisição com a utilização de componentes (equipamentos de manutenção e simuladores) do sistema Igla 9K38, já existentes no País;
• Formação e especialização de recursos humanos na área da defesa.

PANTSIR-S1

Com o codinome da OTAN de AS-22 Greyhound, o Pantsir-S1 é uma combinação de canhões antiaéreos e mísseis superfície-ar destinados a localizar e caçar a maioria dos tipos de ameaças de vôo de curto e médio alcance .
Ele está armado com 12 mísseis guiados e seus dois canhões 30 milímetros gêmeos cada um podem disparar até 2.500 tiros por minuto.
O Pantsir-S1 é um combinado de sistema de armas de mísseis superfície-ar e  artilharia anti-aeronaves  produzido pela KBPde Tula Rússia. O sistema representa a mais recente tecnologia de defesa aérea utilizando phased array radares para aquisição de alvos e monitoramento. O sistema de defesa aérea consiste num conjunto combinado de mísseis e armamento, criando uma zona de engajamento de alvo constante de 5 m de altura e 200 m de faixa a até 10 km de altura e 20 km de alcance, mesmo sem qualquer apoio externo.

Sistema
O Pantsir S1 é um sistema de defesa aérea baseado em rodas, esteiras ou estacionário com dois a três operadores. Sua defesa aérea consiste em canhões antiaéreos automáticos e mísseis superfície-ar- com radar ou óptico de rastreamento de alvo e orientação via rádio-comando. Sua finalidade é a proteção do ponto civil e militar e as metas de área, por tropas motorizadas ou mecanizadas como sistema defensivo de defesa aérea como os S-300 / S-400. Alvos aéreos incluem todos os tipos de aviões, helicópteros, veículos aéreos não tripulados, mísseis de cruzeiro e armas guiadas de precisão ar-terra. O sistema é capaz de se defender contra aviões furtivos, e tem capacidade para missões anti-munições.
O sistema de controle de fogo Pantsir-S1 inclui um radar alvo de aquisição e controle de banda dupla radar (designação 1RS2-1E para os modelos de exportação), que opera na banda UHF e EHF. Gama de detecção é 32-36 km e faixa de rastreamento é 24-28 km para um alvo com 2 m 2 RCS . [ 8 ] Este radar monitora ambos os alvos e os mísseis terra-ar durante o vôo.
Bem como radar, o sistema de controle de fogo também tem um canal de electro-óptica com câmara termográfica de onda longa e localizador de direção infravermelho, incluindo processamento de sinal digital e rastreamento automático de alvos.
Os dois canais orientação do radar são independentes e eletro-óptico permitindo que duas metas serem envolvidas simultaneamente. Taxa máxima de noivado é até 10 alvos por minuto.
O nivel de automação do Pantsyr é muito elevado. Praticamente todas as operações são automáticas necessitando de relativamente pouca intervenção por parte dos operadores.

Atuação
Usando um sistema de enlace de dados digital de até seis veículos de combate Pantsir-S1 podem operar em vários modos.

  • Stand Alone: Toda a seqüência de combate de detectar um alvo para o seu envolvimento é cumprida por um único veículo de combate Pantsir-S1 sem empregar outros ativos.
  • Master-slave: Uma Pantsir-S1 opera tanto como veículo de combate e como "master" posto de comando. 3 a 5 veículos de combate Pantsir-S1 atuando como "escravo" recebem dados de designação de alvo do "mestre" e, posteriormente, cumprem todas as etapas da operação de combate.
  • Operação dentro de um posto de comando: O posto de comando envia designações de alvo para os veículos de combate Pantsir-S1 e, posteriormente, cumprem a ordem de operação de combate.
  • Operação dentro de uma bateria com posto de comando e radar de alerta precoce: O posto de comando recebe imagem de um radar de alerta ligado e envia designações de alvo para os veículos de combate Pantsir-S1 e, posteriormente, cumprir a ordem de operação de combate.


Míssil
Pantsir-S1 transporta até doze  mísseis terra-ar 57E6 ou 57E6-E de dois estágios de combustível sólido rádio-comandados. Os mísseis estão dispostos em dois grupos de seis tubos na torre.O míssil tem um corpo bicalibre na configuração tandem. A primeira fase é um reforço, proporcionando uma aceleração rápida dentro dos primeiros 2 segundos de voo, que após é separado da fase sustentador. O mantenedor é a parte altamente ágil do míssil e contém o alto explosivo haste contínua múltipla e ogiva de fragmentação, que entra em contato e os fusíveis de proximidade como também transponder de rádio e responder a laser para ser localizado para orientação. O míssil não está equipado com o candidato para manter os custos de engajamento alvo baixo. Em vez alvo de alta precisão e rastreamento de mísseis é prestado através do sistema de sensor de multibanda do sistema e os dados de orientação é enviado via link de rádio para até quatro mísseis em vôo. Os mísseis podem ser disparados em até quatro alvos, mas com mais freqüência em salvas de dois mísseis contra um alvo. O míssil é acreditado para ter uma probabilidade de acerto de 70-95% e têm uma vida útil de armazenamento de 15 anos em seus recipientes fechados. Os veículos de combate Pantsir-S1 podem disparar os mísseis em movimento.

Autocanhão 
Duas duplas de armas 2A38M 30 milímetros autocannon são equipadas com 700 rodadas de uma variedade de munição-HE (High Explosive) fragmentação, a fragmentação do marcador, e armor-piercing com traçador. O tipo de munição pode ser selecionado pela tripulação, dependendo da natureza do alvo. Taxa máxima de fogo é de 2.500 tiros por minuto por arma. O alcance é de até 4 km. O sistema de arma-míssil combinado tem uma capacidade de engajamento a baixa altitude (metas tão baixas quanto 0 m AGLpode ser contratado por este sistema).
Veículos de combate de rodas tem que ser levantado para manter o aparelho em posição horizontal e ser capaz de disparar a arma. A KAMAZ -6560 tem quatro macacos hidráulicos para este fim.
Veículos de apoio

A fim de aumentar a elevada prontidão operacional KBP concebeu um par de veículos para apoiar Pantsir-S1 no campo.

  • Transporter-Loader: Um Transloader por dois veículos de combate assegura a substituição rápida de munição durante operações de combate.
  • Mecânico de Manutenção de Veículos: Este veículo e sua tripulação realizam operações de manutenção e reparação em conjuntos mecânicos do sistema.
  • Manutenção Eletrônica de Veículos: Realiza manutenção e reparação de unidades e dispositivos eletrônicos do sistema.
  • Veículo de ajuste: Para operações de ajuste no sistema.
  • Spare Parts Veículo: Este veículo transporta o kit comum de peças de reposição, ferramentas e acessórios para o sistema.
  • Treinador móvel: Projetado para treinar as tripulações dos veículos de combate em condições de campo, no sistema de armas.


Operadores
Argélia
Brasil
Iraque
Jordan
Rússia
Síria
Emirados Árabes


Principais Características
Pantsir-S1
NATO nome relatórios : SA-22 Greyhound
Tipo Transportável arma / SAM sistema
Lugar de origem  Rússia
História de serviço
Em serviço 2003-presente
Histórico de produção
Estilista KBP Instrument Design Bureau
Projetado 1994
O custo unitário EUA $ 14  milhões (exportação)
Produzido 2008
Variantes Pantsir-S (protótipo), Pantsir-S1, Pantsir-S1-O (ou Pantsir-S1E)
Especificações
Tripulação 3
Armamento Principal 57E6, 57E6-E
Armamento Secundário Duas duplas de armas 2A38M 30 milímetros autocannon

57E6
Tipo De mísseis superfície-ar
Lugar de origem  Rússia
Histórico de produção
Variantes 57E6, 57E6-E, 57E6Y
Especificações   57E6-E
Peso 90 kg
Comprimento 3.2 m
Diâmetro 0,17 m
giva frag-HE e haste contínua múltipla
Peso Warhead 20 kg
Mecanismo de detonação    Contato e proximidade
Propulsor Foguete de combustível sólido
Operacional
Gama 20 km (12 milhas)
Voo altitude 15.000 metros (49.000 pés)
Melhorar o tempo de 2 s
Acelerar 1.300 m / s

Autocannon
Designação: 2A38M
Tipo: arma anti-aérea automática de dupla barril
Calibre: 30 mm
Taxa máxima de fogo: 2.500 tiros por minuto por arma
Focinho velocidade : 960 m / s
Peso projétil: 0,97 kg
Munição: 700 tiros por arma
Distância mínima: 0,2 m
Alcance máximo: 4 km
Altitude mínima: 0 m AGL
Altitude máxima: 3 km



Imagens Plano Brasil, Vídeo You Tube.


IGLA-S


O Igla-S 9K338 codinome da OTAN SA-24 Grinch é a mais recente geração de sistema de mísseis russo portáteis de defesa aérea. O SA-24 Grinch Igla-S é uma continuação do desenvolvimento dos sistemas familiares Igla (SA-18 e AS-16). Em 2004, o exército russo adotou as novas MANPADS (Sistemas de defesa aérea Man-portáteis) Igla-S também chamado de "Igla-Super", que é muito mais sofisticado e eficiente na luta contra ameaças aéreas. A produção em série do "Igla-S" complexos de mísseis antiaéreos portáteis (PAAMC) é realizado na fábrica Degtyarev na cidade de Kovrov. O "Igla-S" PAAMC por suas capacidades é significativamente superior ao "Igla" PAAMC, que entrou em serviço em 1983.
O Igla-s possui um alcance máximo de 6 km, pode ser utilizado também a noite. Outra diferença é a utilização de um novo sensor de pesquisa de alvos, que consegue não apenas distinguir fontes de calor, mas como além disso pode distinguir o formato do alvo, tornando-se assim imune a um grande número de contra-medidas normalmente utilizadas contra este tipo de sistema.
O Igla-s possui a capacidade de atingir alvos a altitudes de até 3,500m e a uma altitude mínima de 10m e podendo atingir aeronaves ou mísseis de cruzeiro que voam a velocidade subsónica.
O sistema permite adaptação para utilização a bordo de navios e também pode ser transportado e disparado por aeronaves de pequenas dimensões.


Variantes do Igla 
Igla-1E Versão exportação.
Igla-1M Versão melhorada do 9K38 Igla. Serviço nas forças armadas soviéticas entraram durante o final de 1980.
Igla-1E Uma versão para os pára-quedistas e forças especiais com tubo de lançamento separado e de mísseis.
Igla-1V Versão Air-lançado, principalmente para helicópteros de combate.
Igla-1N Uma versão mais pesado com ogiva à custa de uma ligeira redução no alcance e velocidade.
Igla-1ª Versão exportação.
Igla-S (SA-24 Grinch) A mais nova variante, que é uma variante melhorada substancialmente com maior alcance, candidato mais sensível, a melhoria da resistência ao últimas medidas de segurança, e uma ogiva pesado.
Strelets Igla-S / Igla Os Strelets é projetado para disparo automatizado do míssil superfície-ar Igla e Igla-S por um único tiro, ondulação ou salvo.

Operadores
Azerbaidjão
Brasil
Líbia   Rússia
Eslovênia
Síria
Tailândia
Venezuela
Vietnã
 
Principais Características
IGLA-S
Tipo Sistemas de defesa aérea Man-portáteis ( MANPADS )
Lugar de origem União Soviética
História de serviço
Em serviço 1981-presente
Histórico de produção
Fabricante KBM
O custo unitário EUA $ 60,000-80,000 (a partir de 2003)
Especificações
Peso 10,8 kg (24 lb)
Comprimento 1,574 m (5,16 pés)
Diâmetro 72 milímetros
Ogiva 1,17 kg (£ 2,6) com 390 g (14 oz) explosivo
Mecanismo de detonação   contato e pastagem fusíveis
Motor motor de foguete de combustível sólido
Operacional
alcance 5,2 km (3,2 milhas)
Teto de voo 3,5 km (11.000 pés)
Acelerar 800 m / s (pico), cerca de Mach 2.3
Orientação          sistema duas cores de infravermelho



Imagens Wikipédia, Vídeo You Tube.