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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Conheça o navio militar que a França entregará à Rússia apesar de pedido de aliados.

França entregará navio militar à Rússia apesar de pedido de aliados

PARIS (Reuters) - Autoridades francesas defenderam a decisão do presidente François Hollande de prosseguir com a entrega de uma embarcação de guerra para a Rússia, apesar de pedidos contrários feitos pela Grã-Bretanha e Estados Unidos, seus aliados.
Às vésperas de um encontro da União Europeia para discutir sanções contra Moscou sobre a derrubada de um avião civil na Ucrânia, Hollande disse na noite de segunda-feira que o primeiro navio de guerra Mistral, utilizado como base de helicópteros, seria entregue conforme planejado em outubro, mas uma decisão de enviar uma segunda embarcação dependeria da atitude da Rússia.
Foi o sinal mais claro até o momento de que o governo francês pretende prosseguir com um controverso negócio, apesar da crise na Ucrânia. Os comentários foram feitos poucas horas após o primeiro-ministro britânico, David Cameron, ter dito que seria “impensável" para seu país conceder tal pedido.
“Hollande não está recuando. Ele vai entregar o primeiro (navio) apesar do fato de estar sendo solicitado a não fazer isso”, disse nesta terça-feira a uma TV local Jean-Christophe Cambadelis, chefe do Partido Socialista, o mesmo de Hollande.
“Este é um falso debate liderado por hipócritas… quando você vê quantos oligarcas (russos) têm buscado refúgio em Londres, David Cameron deveria começar por limpar seu próprio quintal”, acrescentou.
O contrato de 1,2 bilhão de euros (1,62 bilhão de dólares) pelos dois navios de guerra, assinados pelo governo conservador do ex-presidente Nicolas Sarkozy em 2011, foi o primeiro realizado por um país membro da Otan para fornecimento de equipamento militar à Rússia.

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Conheça o Porta-helicópteros russo "Vladivostok" da classe Mistral.

http://militareseseusarmamentos.blogspot.com/2014/03/porta-helicopteros-russo-vladivostok-e.html



O primeiro porta-helicópteros russo da classe Mistral, o Vladivostok, foi lançado ao mar para testes pela primeira vez no último dia 5 em Saint-Nazaire, França.
O porta-helicópteros francês da classe Mistral que foi construído para a Marinha Russa, por um estaleiro da estatal DCNS situada ao norte da França,
Rússia e França assinaram em junho de 2011 um contrato de US$ 1,2 bilhão para a construção de dois porta-helicópteros franceses da classe Mistral, incluindo a transferência de tecnologia. O Sevastopo segundo navio porta helicópteros, será entregue a Marinha russa no próximo ano.



O porta-helicópteros da classe Mistral desloca 21 toneladas, mede 210 metros de comprimento e pode se deslocar a uma velocidade de 18 nós. Sua autonomia de até 10.800 km.
O navio opera com seis helicópteros, seis lanchas de desembarque e dois hovercraft, ainda transporta uma frota de tanques de combate Leclerc ou outras 70 viaturas blindadas.
As lanchas de desembarque são de fabricação russa, bem como os armamentos nela instalados.
Sua tripulação é de 160 homens podendo embarcar mais 450 homens.




Imagens O Informante, vídeo YouTube.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Porta Helicóptero Francês pode não ser entregue a Rússia.

Segundo declarações do ministro Laurent Fabius, de relações exteriores da França, poderá ser cancelada a venda dos navios da classe Mistral.
"Pediremos aos outros, acredito que em particular aos britânicos, que façam algo equivalente com os bens de autoridades russas em Londres. As sanções devem atingir todo. Faz parte da terceira rodada de sanções. Por enquanto, estamos na segunda", declarou o ministro.
Rússia e França assinaram em junho de 2011 um contrato de US$ 1,2 bilhão para a construção de dois porta-helicópteros franceses da classe Mistral, incluindo a transferência de tecnologia. O primeiro navio o Vladivostok já em fase de testes no mar. O Sevastopo segundo navio porta helicópteros, seria  entregue a Marinha russa no próximo ano.

Imagem Wikipédia

Conheça abaixo o navio na matéria publicada neste blog em 07/03/2014.

http://militareseseusarmamentos.blogspot.com.br/2014/03/porta-helicopteros-russo-vladivostok-e.html

sexta-feira, 7 de março de 2014

Porta-helicópteros russo "Vladivostok" é lançado ao mar

O primeiro porta-helicópteros russo da classe Mistral, o Vladivostok, foi lançado ao mar para testes pela primeira vez no último dia 5 em Saint-Nazaire, França.
O porta-helicópteros francês da classe Mistral que foi construído para a Marinha Russa, por um estaleiro da estatal DCNS situada ao norte da França,
Rússia e França assinaram em junho de 2011 um contrato de US$ 1,2 bilhão para a construção de dois porta-helicópteros franceses da classe Mistral, incluindo a transferência de tecnologia. O Sevastopo segundo navio porta helicópteros, será entregue a Marinha russa no próximo ano.


O porta-helicópteros da classe Mistral desloca 21 toneladas, mede 210 metros de comprimento e pode se deslocar a uma velocidade de 18 nós. Sua autonomia de até 10.800 km.
O navio opera com seis helicópteros, seis lanchas de desembarque e dois hovercraft, ainda transporta uma frota de tanques de combate Leclerc ou outras 70 viaturas blindadas.
As lanchas de desembarque são de fabricação russa, bem como os armamentos nela instalados.
Sua tripulação é de 160 homens podendo embarcar mais 450 homens.




Imagens O Informante, vídeo YouTube.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Classe Mistral - Navio porta helicópteros e desembarque russo


NAVIO CLASSE MISTRAL ABRE NOVOS HORIZONTES À MARINHA DE GUERRA RUSSA


Na França foi lançado ao mar o navio de desembarque Vladivostok, construído para a Marinha de Guerra russa segundo o projeto franês BPC 160, mais conhecido como Mistral. Na opinião de especialistas, tais vasos de guerra irão reforçar as potencialidades da Marinha de Guerra da Rússia.
O plano conjunto russo-francês visando à construção de quatro navios - dois para a França e dois para a Rússia – foi politizado desde o início. E não podia ter sido de outra maneira. O aspeto político interno dizia respeito, antes de mais, às controvérsias entre os produtores e o Ministério da Defesa quanto à admissibilidade de construir navios do gênero no exterior e à importação de armamentos em geral. O aspeto político externo se referia à colaboração da Rússia com um dos líderes da OTAN num ramo tão importante como a Marinha.
Por ironia do destino, o Mistral se tornou alvo de ataques de ambos os lados: na Rússia, os oponentes do projeto diziam que a compra desses navios enfraqueceria a Marinha e seria um desperdício de recursos financeiros. Fora da Rússia, havia receios de que a aquisição dos Mistral poderia fortalecer a Marinha de Guerra russa, perturbando o equilíbrio de forças entre as partes. Tais declarações eram procedentes da Geórgia que, em 2008, sentiu na sua pele o impacto da Esquadra do Mar Negro durante o conflito georgiano-abkhaze. Tal como dantes, os países bálticos também se mostravam apreensivos pelo fato de verem reforçado o potencial da Marinha russa.
Todavia, o peso político dos partidários do projeto acabou por triunfar. Superados os obstáculos, os trabalhos se iniciaram. O navio principal estava a ser construído através de esforços conjuntos – a parte da popa do Vladivostok ficou a cargo da empresa russa Baltiiski. Convém notar que o volume dos trabalhos executados pela Rússia, tomando em conta a instalação de equipamentos e armas, previsto para o próximo ano, se estima em 20% e no segundo navio Sebastopol, será de 40%.

Hoje em dia, as tropas de desembarque naval contam com navios do projeto 775, construídos na Polônia na década de 70-80 e os barcos soviéticos obsoletos do projeto 1171. Estas embarcações, cujo prazo de serviço já expirou, deixaram de corresponder às exigências de desembarque contemporâneas, tornando-as vulneráveis perante o emprego de meios modernos de defesa costeira. O aniquilamento do navio priva os fuzileiros tanto de um meio de transporte, como de um apoio de fogo eficiente.
O conceito de navio prevê um desembarque combinado: por meio de lanchas e helicópteros. O apoio de fogo se realiza, nesse caso, por helicópteros de combate ou aviões de decolagem e pouso vertical que se estacionam no navio juntamente com os demais meios de transporte. As dimensões sensivelmente maiores não têm muita importância porque o novo navio tem baixa visibilidade, o que impede a sua neutralização por meios convencionais. Para defender o navio contra ataques aéreos, será usada a escolta de navios com sistemas de DAA.
Tais navios modernos, com condições confortáveis para tripulantes e elevada autonomia de marcha, permitem efetuar operações prolongadas em zonas remotas, podendo ser utilizados ainda como os vasos de comando, hoje escassos.

Os países bálticos e a Geórgia não devem ter receios. Os novos navios de desembarque russos, podendo cobrir a distância maior a 10000 milhas marítimas, foram criados para outros objetivos. Mas em conflitos semelhantes ao sírio ou líbio podem desempenhar um papel significativo. Um batalhão de marines, com viaturas blindadas ligeiras e lança-granadas, apoiado por 15 helicópteros e um destacamento de navios de guerra, munidos de mísseis de cruzeiro, não poderá, claro, desempenhar um papel-chave no decurso de uma guerra de larga escala. Mas, em zonas de conflitos regionais, poderá vir a desempenhar um importante papel.
Fonte: Voz da Rússia


Vídeo You Tube.