quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

VBTP-MR Guarani - Novo blindado brasileiro 6x6

No dia 6 de Dezembro de 2012, a Iveco entregou o primeiro lote da viatura VBTP-MR Guarani ao Exército Brasileiro na cidade de Sete Lagoas em Minas Gerais. A entrega foi a primeira de um contrato de R$ 246 milhões assinado pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro, para a fabricação de 86 unidades do Guarani até 2014.
Blindado, o Guarani é um veiculo com tração 6×6 e é um desenvolvimento conjunto entre o Exército Brasileiro e a Iveco. O modelo é uma versão base de uma família de veículos de transporte de 18 toneladas, equipada com motor diesel FPT Industrial de 383cv, transmissão automatizada, e capacidade anfíbia, capaz de transportar 11 militares.
A expectativa é de que a produção dos blindados seja feita totalmente na fábrica da Iveco em Sete Lagoas com a média de 100 unidades por ano. O projeto VBTP-MR, do qual o Guarani faz parte, tem como objetivo aumentar a operacionalidade da Força Terrestre e apresenta diferentes configurações para atender às diversas necessidades operacionais, como transporte de pessoal, reconhecimento, socorro, ambulância etc.
Atualmente, o VBTP-MR vem em diferentes variantes e versões:
• VBTP Standard;
• VBCI (com 30 milímetros revólver);
• VBE / CP (posto de comando);
• VBE / Mort (porta-morteiro 81 milímetros ou 120 mm);
• VBE / CDT (controle de incêndio);
• VBE / Comunicações / Comando e Controle;
• VBE / Workshop;
• VBE / Socorro;
• VBTE / Ambulância
O Guarani VBTP-MR é um 6x6 blindado de transporte de pessoal desenvolvido pelo Exército Brasileiro, como parte de seu programa de modernização "Urutu-III" com o objetivo de substituir todos os Urutus EE-11 em 2015. No programa também há empresas brasileiras entre elas a IMBEL (Comunicações), o ELBIT (Armamento), a Usiminas e a Villares (desenvolvimento do aço balístico nacional estrutural).
Em 1999, o Exército Brasileiro emitiu um pedido (ROB # 09/99) para uma nova família de veículos blindados de combate com capacidades anfíbias, capazes de substituir o EE-9 Cascavel e o EE-11 Urutu desenvolvido nos anos setenta. A principal característica desta nova família deve ser o seu design modular, permitindo a incorporação de torres diferentes, armas, sensores e sistemas de comunicação para o transporte. O programa de desenvolvimento também inclui uma versão de comunicações, uma versão ambulância e versões diferentes de apoio de fogo, armados com morteiros de grande calibre e sistemas de armas.
A comparação da primeira versão base do Guarani com a versão básica do Urutu é inevitável.
Assim, o novo veículo é bastante maior, com um comprimento 80 cm maior. A largura do Guarani ultrapassa ligeiramente a do Urutu, principalmente porque a viatura tem capacidade para receber blindagem modular, cuja espessura altera a largura máxima do veículo.
O peso do Guarani, que é estimado em 14.500kg coloca-o bastante à frente dos 11,000kg do Urutu básico. A motorização é por isso bastante mais potente (375cv do Guarani contra 260cv do Urutu) e o peso máximo do Guarani pode atingir os 18.300kg.
Ainda que com maiores dimensões, maior peso e motorização mais potente, o Guarani não transporta mais militares que o Urutu. Isto implica que os militares brasileiros optaram por uma viatura que poderá transportar mais material adicional, militares com mais carga individual, o que se tornou comum especialmente nos últimos conflitos. A dimensão do Urutu nunca foi um dos seus aspectos mais positivos.
Embora nada tenha transparecido sobre o assunto, parece evidente que a IVECO estará de olho no mercado sul americano, onde estão ao serviço algumas centenas de viaturas da Engesa, tanto Urutu quanto Cascavel e que poderão ser substituídas em médio prazo.

O principal problema em termos de mercado é a cada vez maior concorrência da China, que apresenta no mercado viaturas equivalente a preços de difícil concorrência.

Características:
VBTP-MR Guarani
Tipo Veículo blindado
Lugar de origem Brasil

Especificações
Peso 16,7 t
Comprimento 6,9 m (23 pés)
Largura 2,7 m (8,9 ft)
Altura 2,34 m (7,7 ft)
Tripulação 2 (+ 9 passageiros)

Armamento
Principal 30 milímetros autocannon
Secundário 7,62 milímetros MG

Propulsão
Motor Iveco Cursor 9 motor diesel de 383 cv
Sistema de tração:Seis rodas motrizes
Suspensão Hidropneumático
Operacional 600 km
Velocidade 90 km/h






Imagem Área Militar, Vídeo You Tube.

MQ-9 Reaper - O Predador B

Um Veículo Aéreo Não Tripulado, também chamado UAV (do inglês Unmanned Aerial Vehicle) ou VANT e comumente conhecido como DRONE, é todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada. Esses aviões são controlados à distância, por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão de um piloto, ou sem a sua interveção, por meio de Controladores Lógicos Programáveis (PLC). Também pode ser chamado como "Veículo Aéreo Remotamente Pilotado" (VARP).
Inicialmente, os VANT foram idealizados para fins militares Inspirados nas bombas voadoras alemãs, do tipo V-1, e nos inofensivos aeromodelos rádio-controlados, estas máquinas voadoras de última geração foram concebidas, projetadas e construídas para serem usadas em missões muito perigosas para serem executadas por seres humanos, nas áreas de inteligência militar, apoio e controle de tiro de artilharia, apoio aéreo às tropas no campo de batalha, controle de mísseis de cruzeiro, atividades de patrulhamento urbano, costeiro, ambiental e de fronteiras, atividades de busca e resgate, entre outras.
General Atomics MQ-9 Reaper - Predador B voa em altitudes surpreendentes, alta velocidade e tem grande força e poder destrutivo, ele consegue surpreender por suas características nada modestas, atingindo velocidades maiores que 400 km/h e voando a mais de 15 km do chão. E tudo isso sem precisar de um piloto, já que este avião tem autonomia de 24 horas.

Não é difícil de compreender os motivos que levaram o General Atomics MQ-9 Reaper a se tornar o mais poderoso desenvolvimento da General Atomics Aeronaltical Systems Inc.: todo o programa teve um custo de bilhões de dólares. Com apoio privado e de instituições de renome, como a NASA, o Predador B teve seu primeiro voo em 2001 e se consolidou como um dos maiores perigos do céu.

Equipado com sofisticados sistemas de radar, este caçador aéreo também transporta mísseis teleguiados e é comumente utilizado em ataques surpresas.
A Força Aérea e a Marinha dos EUA, a CIA, a Força Aérea Real britânica e a Força Aérea italiana são algumas das instituições que já empregaram os serviços do MQ-9 Reaper.
As vantagens apresentadas por este estilo de aeronave explicam bem as razões que a tornaram uma “moda” entre as agências federais: o Predador B pode ser facilmente comandado por um piloto que fica em uma estação de controle no chão. Ele também foi concebido para ser um caçador que pode atingir facilmente alvos móveis e para ser uma eficaz plataforma de vigilância de longa durabilidade.

Com tantas vantagens militares assim, não é à toa que este caçador dos céus também foi empregado pelos EUA no Afeganistão, a partir de 2007. Na época, a Força Aérea americana decidiu empregar aviões-robôs como uma forma mais segura (pelo menos, para os soldados) no combate ao terrorismo.

A GA-ASI modernizou as versões Predator B e Block 1 do drone que está em produção desde 2003. Com a conclusão dos testes, a próxima aeronave do MQ-9 configurada Block 1-plus será designada “MQ-9 Block 5.” O MQ-9 Block 1-plus é uma melhoria de capacidade sobre a configuração do Block 1, que já acumula mais de 420.000 horas de vôo em todos os clientes. O Block 1-plus foi projetado para aumento na energia elétrica, comunicações seguras, pouso automático, o aumento do peso de decolagem Bruto (GTOW), maior capacidade de armas e integração mais simplificada da carga útil.
Apresentando um novo gerador de partida de alta capacidade, a aeronave oferece um aumento da capacidade de energia elétrica em relação à atual configuração Block 1. Este aumento de potência proporciona ao avião uma capacidade significativa para melhorias. Além disso, o sistema elétrico atualizado inclui um gerador de reserva que suficientemente consegue manter todas as funções críticas de vôo. Isto melhora vastamente a confiabilidade do sistema de energia elétrica, fornecendo três fontes independentes de energia.
Novas capacidades de comunicação também estarão disponíveis no Block 5, incluindo radios dual ARC-210 VHF/UHF com antenas nas pontas das asas, permitindo comunicações simultâneas entre várias plataformas ar-ar e ar-terra, com ligações de dados seguros, e um aumento da capacidade de transmissão de dados.
Além disso, um novo braço do trem de pouso principal está incluído no block 5, permitindo que a aeronave possa transportar cargas pesadas ou combustível adicional. Este reforço no trem de pouso da aeronave aumenta a capacidade de peso no pouso em 30 por cento e seu peso bruto de decolagem em cerca de 12 por cento, de 4.762 para 5.307 kg. O novo trem de pouso também estará disponível como uma opção de retrofit para sistemas operacionais Predator B.

MQ-9 Reaper Predador B é um dos aviões-robôs mais poderosos dos últimos tempos.






Imagem Wikipédia, Vídeo You Tobe.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

FIM-92 Stinger Lançador de míssil

O FIM-92 Stinger é um míssil terra-ar portátil, de guiagem por infravermelho pessoal. Usado pelas forças armadas dos Estados Unidos e outros 29 países, o míssil Stinger básico tem sido até agora responsável por 270 aviões abatidos e confirmados. Chegando a marca de 70.000 mísseis produzidos. Relativamente fácil de operar, o Stinger FIM-92 é um míssil terra-ar passivo, operado por um único soldado, embora oficialmente exija dois. O míssil pode ser usado igualmente para atingir veículos, helicópteros e aviões. Existe uma versão lançada por helicópteros chamado ATAS ou Stinger lançado por aviões. O Stinger é lançado por um pequeno motor, até uma distância segura do operador, antes de acionar o segundo motor com combustível solido acelerando a uma velocidade máxima de 750 m/s ou 2.523 km/h. A ogiva é do tipo penetrante, com explosão por impacto ou aproximação. Já a orientação até ao alvo é inicialmente feita por infravermelho, quando está próximo do alvo muda-se para seu radar de busca e aquisição do alvo.

Em serviço
Sua entrada em combate foi em 21 de maio de 1982, durante a Guerra das Malvinas, apenas um avião Pucará foi abatido pelos ingleses. A CIA forneceu quase 500 Stingers (algumas fontes dizem que pode de 1500 a 2000) para os Afegãos durante a guerra contra a União Soviética no Afeganistão nos anos 80, onde foram usadas com sucesso. Após a retirada dos soviéticos em 1989, os Estados Unidos tentaram comprar os Stingers, por cerca de 55 milhões de dólares mas a maioria dos Stingers tinham sidos entregues ao Irã, Qatar e Coreia do Norte. Os Estados Unidos venderam para o governo de Angola no final dos anos 80. Em ambos os casos, os esforços para recuperar os mísseis após o fim das hostilidades foram em vão. O exército paquistanês usou na Guerra de Kargil e abateu um helicóptero Indiano Mi-8 e um avião MiG-21, também danificando um avião de reconhecimento Canberra. No inventário militar dos Estados Unidos existem 13.400 mísseis. O custo total do programa é de mais de sete triliões de dólares  Existem boatos que o serviço secreto Americano tenham mísseis Stinger para proteger o presidente, mas em caso de algum ataque ele será levado para algum lugar seguro, sem que necessite do uso do míssil.

Características:
Tipo: Lançador de míssil terra-ar portátil
Fabricante: Raytheon Missile Systems
Desenvolvido: General Dynamics
País de origem: Estados Unidos
Desenvolvido: 1967
Inicio da produção: 1978
Entrada em serviço: 1981 até hoje
Usado nas guerras: das Malvinas, Afeganistão, Guerra Civil Angolana, Kargil e Iugoslávia
Custo unitário: US$ 38,000
Variantes: FIM-92A, FIM-92B, FIM-92C, FIM-92D, FIM-92G
Motor: Mk 27 dois estágios, com combustível sólido de foguete
Peso da arma: 15.6 kg
Peso do míssil: 10 kg
Peso do explosivo: 1 kg
Comprimento: 1.5 m
Diâmetro: 7.62 cm
Envergadura: 14 cm
Sistema de guiagem: Infravermelho
Velocidade: 2,523 km/h
Raio de alcance: 200 m a 5,000 m
Altitude operacional: 10 m a 3,000 m
Tipo de explosivo: míssil com cabeça perfurante com explosivo de grande poder, sendo detonado por aproximação.







Postado por Armas Militares, Vídeo You Tube.




segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

HMS Ocean porta-helicópteros

O HMS Ocean é o maior navio de guerra de superfície da Grã-Bretanha, trata-se de um LPH (Landing Platform Helicopter) da Marinha Real, é um navio porta-helicópteros, plataforma de desembarque e assalto anfíbio. É o único membro de sua classe foi construído por Kvaerner Govan em 1995 em Clyde, com casco nos padrões da Marinha Mercante e entrando em serviço a partir de 1998.

O navio é capaz de transportar um grupo aéreo de 12 x helicópteros Sea King da tropa de elevação, 6 x helicópteros de ataque Apache e 4 x Lynx Landing Craft Vehicle Personnel (LCVP) além de transportar veículos e artilharia pesada das tropas de desembarque. Com uma limitada capacidade de guerra anti-submarino o HMS Ocean pode ser usado como uma base flutuante para operações anti-terroristas.
Mais geralmente, como um porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, o HMS Ocean foi projetado para oferecer tropas para o centro da ação por helicóptero ou por embarcações de desembarque, com seis pontos de operação de helicópteros em seu convés de voo e com um hangar que pode conter muitas aeronaves.

O HMS Ocean tem sua própria Real esquadrão de assalto Marine, 9ASRM, e que também carregam quatro Mk5 veículos e embarcações de desembarque de pessoal. Construído sobre o Clyde por Kvaerner Govan, Ocean foi uma nova abordagem para a construção naval de guerra utilizando métodos e técnicas comercial. O navio foi lançado em outubro de 1995, e nomeado por Sua Majestade a Rainha em 20 de fevereiro de 1998.
Depois de trabalhar com o grupo que foi desviado para a Líbia, onde ela realizou operações de ataque com helicópteros de ataque Apache, de 4 Regimento Army Air Corps em apoio a missão da OTAN Op Unified Protector. Os Apaches foram competentemente assistidos durante a operação por outros helicópteros embarcados no HMS Ocean. Estes incluíram Sea King Mk 7 Airbourne Fiscalização e Controle (SKASaC) helicópteros de 857 Naval Air Squadron conduzindo operações de vigilância marítima e 7s Mc Lynx de 847 Naval Air Squadron fornecendo proteção de força e apoio logístico, bem como Força Aérea dos EUA HH60 Pavehawks.



Características:
Nome: HMS Oceano
Operador: Royal Navy Reino Unido

Ordenada: 11 maio de 1993
Construtor: Vickers Shipbuilding and Engineering Ltd , Kværner (Govan)

Colocado: 30 de maio de 1994
Lançado: 11 de outubro de 1995
Patrocinado por: Rainha Elizabeth II do Reino Unido

Encomendado: 30 de setembro de 1998
Homeport: HMNB Devonport , Plymouth

Classe e espécie: Plataforma de pouso de helicóptero

Deslocamento: 21.500 toneladas
Comprimento: 203,4 m
Boca: 35 m
Calado: 6,5 m

Propulsão: 2 × Crossley Pielstick motores diesel
                  1 × Kamewa proa

Velocidade: 15 nós (28 km / h) de cruzeiro
                    18 nós (33 km / h) máxima

Autonomia: 8.000 milhas

Barcos e desembarque: 4 Mk x 5B Landing Craft Vehicle Personnel (LCVP)

Capacidade: 830 fuzileiros navais e equipamentos + 40 veículos
Complementar: 285 oficiais e tripulação + 180 Fleet Air Arm

Sensores e sistemas de processamento: Radar 996 e Radar 1007

Guerra eletrônica e chamarizes: UAT eletrônicos medidas de apoio

Armamento: 3x Phalanx CIWS
                    4x 20 milímetros

Aeronaves: Até 18 helicópteros (normalmenteWestland Commando e Lynx , mas também Merlins , Boeing Chinook ,Apache Westland ), capazes de transportar (mas não operacional) de até 15 aeronaves VTOL como RAF Harrier II





Imagem Poder Naval, Vídeo You Tobe.






sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Ariete - Carro de Combate Italiano

O Iveco/ Oto Melara C-1 Ariete entrou em serviço em 1995 e trouxe para o exercito italiano um blindado que pode ser comparado aos melhores carros de combate da atualidade. Ao todo foram produzidas 200 unidades desse moderno tanque.

O Aríete está protegido com uma blindagem do tipo Chobhan, extremamente resistente, principalmente contra granadas com ogivas do tipo carga moldada, granada de alto explosivo (HEAT) e projéteis perfurantes (energia cinética). Além disso, o Ariete é totalmente preparado para operar em ambiente NBQ (Nuclear, Biological, Chemical), ou químico, biológico e nuclear.

O sistema de controle de tiro TURMS FCS do Aríete é fornecido pela Galileo. O sistema é composto por um periscópio panorâmico estabilizado com capacidade de visão de dia e noite, para o comandante, uma mira termal com telêmetro a laser para o artilheiro e um computador de controle de fogo digital. Esse computador de tiro é carregado com informações e dados relativos ao clima atmosférico, distancia do alvo e características da granada a ser usada para poder garantir um alto índice de acerto logo no primeiro tiro, seja com o alvo parado ou em movimento.

O armamento do Aríete é composto por um canhão Otobreda L-44 de 120 mm de alma lisa alimentado por 42 granadas de diversos tipos. Uma metralhadora coaxial ao lado do canhão principal em calibre 7,62X51 mm e outra no mesmo calibre foi montada no topo da torre. Ao todo há 2500 munições em 7,62X51 mm disponível em cada Aríete. Para proteção no campo de batalha, há ainda, oito granadas de fumaça de 80 mm, sendo quatro de cada lado da torre.

Com 54 toneladas, o Aríete pode ser considerado um carro de combate relativamente pesado, porém seu peso fica entre os seus similares ocidentais e os MBTs do leste europeu. Sua velocidade máxima é de 65 km/h conseguida com um motor diesel Iveco MTCA V-12 turbo alimentado que entrega 1300 hp de força para as rodas. Sua autonomia chega a 550 km quando rodando em estrada. Certamente que esse numero cai pelo menos 20 % em terreno irregular.

Características
Tipo
Carro de combate principal de batalha

Local de origem
Itália

História operacional
Em serviço 1995-presente

Utilizadores
Itália

Histórico de produção
Criador Iveco-Fiat e Oto Melara (CIO -"Consorzio Iveco Oto Melara")
Fabricante Iveco-Fiat e Oto Melara (CIO -"Consorzio Iveco Oto Melara")
Período deprodução 1995-presente
Peso 54 t (119 048 lb)

Dimenções
Comprimento 9,67 m
Comprimento do cano 2,8 m
Largura 3,42 m
Altura 2,50 m (
Blindagem do veículo
Aço composta

Armamento
Primário
1 x 120mm L/44 (Calibre: 120mm - Alcance estimado de 0.5Km a 5.5Km)
Secundário
Metralhadora coaxial 7.62mm
Metralhadora anti-aérea 7.62mm
Propulsão
Motor Fiat MTCA V12 turbocharched diesel
1 247 hp (929 888 W)
Peso/potência 23hp/ton
Suspensão barra de torção

Alcance Operacional 550 km (342 mi)

Velocidade
Estrada 65km/h e na Terra 30km/h