sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Submarino Classe Typhoon (Tipo 941).

O mais poderoso submarino da frota russa Typhoon é uma classe de submarinos da União Soviética e posteriormente da Rússia. Typhoon ( inglês:Tifão) é o nome dado pela NATO a uma classe de submarinos portadores de mísseis balísticos com ogivas nucleares (SSBN) da Marinha Soviética.

Características
Com um deslocamento de 48.000 toneladas, são os maiores submarinos já construídos no mundo. Dos seis submarinos da classe, apenas o primeiro submarino da série, o RFS Dmitri Donskoi (TK-208) permanece em atividade na Marinha Russa. O nome Akula(tubarão) é utilizado pela NATO para designar a classe de submarinos a que os soviéticos chamavam Projecto 971.
Foram construídos pelo estaleiro de Severdovinsk a estrutura do Typhoon, é reforçada com 5 camadas num esquema multi casco. Entre esses cascos foram colocados um material com características de absorção acústica tornando o Typhoon um dos submarinos mais silenciosos já construídos.
Ele foi construído para navegar em qualquer região do planeta, incluindo as áreas cobertas de gelo encontrado nas regiões ártico do pólo norte onde ele pode navegar quebrando o gelo, ou sob ele.
A profundidade máxima é de 400 metros, e sua velocidade, quando submerso, é de 50 km/h e 25 km/h, quando na superfície. Esses números são muito bons quando comparados com outros navios de sua categoria e são conseguidos usando 2 reatores nucleares refrigerados a água que produzem 190 MW e duas turbinas a vapor que produzem 50000 HP de potência que movem duas hélices com 7 pás. O Typhoon é equipado com 2 geradores a diesel de 800KW como propulsão reserva em caso de necessidade.
O Typhoon é equipado com um sonar de busca ativa e passiva montado no caso sob a sala de torpedos, além de um radar de busca de superfície que opera nas bandas I/J. Existe diversos sistema de radio no Typhoon que são usados para comunicação e para recepção de dados de alvos via satélite. Esses sistemas são capazes de receberem esses dados quando o Typhoon estiver em profundidade ou sob camadas de gelo em regiões árticas. O navio conta, ainda com sistema de contramedidas eletrônicas, alerta de radar e sistema de busca direcional.
O armamento é pesado, e é formado por 4 tubos de torpedos de 630 mm e 2 tubos de 533 mm. Esses tubos podem lançar, além de torpedos, minas.
O Typhoon é um SSBM (submarino estratégico lançador de mísseis), e transporta 20 mísseis RSM-52, também conhecidos como SS-N 20 Sturgeon, capaz de alcançar 8300 km de distancia e lançar 10 ogivas MIRV (veículos múltiplos de reentrada independentes do alvo) de 100 Kt (Kilotons) cada. Traduzindo em miúdos, um submarino Typhoon, sozinho, pode destruir 200 cidades! Sem a menor dúvida trata-se de uma das mais poderosas armas já construída, ao lado de seus similares americanos.
Os submarinos da classe Typhoon são importantes vetores de equilíbrio na balança estratégica mundial, diminuindo e hegemonia norte americana no mundo. Enquanto submarinos como o Typhoon navegarem pelos oceanos do planeta, não haverá uma só nação que possa se considerar imune ao poder de destruição destas embarcações.

FICHA TÉCNICA
Comprimento: 172 m
Largura: 23,3m
Deslocamento: 48000 toneladas (Submerso e totalmente carregado)
Velocidade máxima: 50 Km/h (submerso)
Profundidade: 400 m
Armamento: 4 Tubos para torpedos de 630 mm, 2 tubos para torpedos de 533 mm, 20 mísseis SS-N-20 Sturgeom SLBM (míssil balístico lançado de submarino)
Tripulação: 160                                                                                                                                                Propulsão: 2 reatores nucleares refrigerados a agua com190 MW, que produz 60 000 Hp de potencia. turbinas a vapor com 50000 HP de potência.





Imagem Campo de Batalha Naval, Vídeo Wikipédia.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

BGM-109 Tomahawk

O BGM-109 Tomahawk, também conhecido como Tomahawk Land Attack Missile (TLAM - Míssil Tomahawk de Ataque a Superfície) é um míssil de cruzeiro de longo alcance. Foi introduzido pela General Dynamics na década de 1970, tendo sido inicialmente concebido como um míssil de médio-longo alcance, de baixa altitude, que pudesse ser lançado a partir de um submarino submerso. Ao longo da sua existência sofreu vários melhoramentos e é actualmente desenvolvido pela Raytheon. Alguns Tomahawks chegaram também a ser produzidos pela McDonnell Douglas.

Histórico
O desenvolvimento do AGM-86 começou em meados dos anos 70. A utilização de engenhos não pilotados como forma de bombardeio não é nova, mas apesar disso, mísseis como o Boeing ALCM (Air Launch Cruise Missile) surgiram como resultado de um pedido da Força Aérea americana (USAF) para uma arma estratégica lançável de bombardeiros. A versão A original, era intercambiável com o míssil nuclear SRAM (Short Range Attack Missile) levado internamente pelos B-52. No entanto, o AGM-86 tinha um alcance inferior ao requerido, e foi construída uma versão B, cerca de 30% maior e com o dobro do alcance. Esta versão entrou em serviço em 1982, mas suas dimensões impediram que ele fosse adaptado ao lançador rotativo existente no B-52G, que no entanto podia levar dez deles nas fixações subalares. Os mais modernos B-52H foram modificados para levar a mesma carga e mais oito ALCM em um novo lançador rotativo em seu porão de bombas, sendo atualmente os únicos aviões da USAF equipados para tal. Entre 1982 e 1986 foram fabricadas cerca de 1.700 unidades de série.
O primeiro uso operacional de mísseis de cruzeiro ocorreu durante a Operação Tempestade no Deserto, na Guerra do Golfo em 1991. No decorrer da maior operação de bombardeio da História (35 horas), alguns bombardeiros B-52G da USAF decolaram dos Estados Unidos e voaram até o norte da Arábia Saudita, de onde lançaram os seus mísseis AGM-86C ALCM, com ogiva convencional, contra alvos no sul do Iraque. Equipara-se a um pequeno avião subsônico não tripulado, que pode ser armado com uma ogiva nuclear de 200 kt, ou convencional de 450 kg. Para a navegação, utiliza um sofisticado sistema de navegação inercial TERCOM (Terrain Contour Matching), que utiliza um radar-altímetro para medir a distância do solo ao míssil. Para atualizar a rota em pontos pré-determinados, o sistema compara a imagem recebida do perfil do terreno abaixo com um mapa em relevo, digitalizado, inserido na memória de seu computador, antes do lançamento. Futuramente o AGM-86 será substituído pelo AGM-129 ACM (Advance Cruise Missile), de dimensões semelhantes, mas com alcance superior (3 000 km), maior precisão e características stealth, como um nariz mais plano e uma fuselagem menos detectável por radar ou infravermelho.

Informações
Função: Longo-alcance, míssil de cruzeiro subsônico Fabricante: Raytheon / McDonnell Douglas Custo: USD$ $569 mil dólares Lançamento: 1982 Plataforma de lançamento: Vertical (VLS) ou horizontal a partir de tubos de torpedos submarinos Motor: Williams International F107-WR-402 turbofan e booster com combustível sólido Peso Máximo: 1440 Kg no lançamento Comprimento: Sem o intensificador: 5,56 m Com o intensificador: 6,25 m Diâmetro: 0,52m Envergadura: 2,67m Velocidade: 880 Km/h Ogiva: 450 kg (convencional) ou 200 kt (nuclear) Navegação: GPS, TERCOM, DSMAC Detonador: FMU-148 ou TLAM Block III, outros para aplicações especiais.






Imagem Wikipédia, Vídeo Youtube.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Míssil Balístico


Conceito
Um míssil balístico é um míssil que segue uma trajectória pré-determinada, que não pode ser significativamente alterada após o míssil queimar todo o seu combustível (a sua trajectória fica governada pelas leis da balística – física). Para cobrir grandes distâncias, a trajectória dos mísseis balísticos atinge as camadas mais altas da atmosfera ou o espaço, efectuando um vôo sub-orbital. Para mísseis balísticos intercontinentais (ICBM) o apogeu é de aproximadamente 1200 quilômetros. Quando chegam ao espaço, os mísseis não recebem mais nenhum "impulso" e seguem uma trajectória balística até ao seu destino.
Muitos mísseis balísticos avançados têm um sistema de propulsão com diversos andares de propulsante. A trajectória pode ser ligeiramente ajustada de um andar ao outro, com uso de uma cápsula ou outra do motor-foguete. Podem ser lançados de plataformas fixas ou móveis, como veículos (lançadores do Trator-Instalador, TELs), aviões, navios de superfície e submarinos.
Categorias de Mísseis
Os mísseis balísticos podem variar extensamente na escala (distância que pode atingir) e no uso, e são divididos frequentemente nas categorias baseadas na escala. Os EUA os sub-dividem da seguinte maneira:
Contudo, Mísseis Balísticos pela definição do MTRC (Missile Technology Control Regime – Regime de Controle da Tecnologia de Misseis), um regime internacional voluntário, ao qual falaremos mais adiante, um míssil para ser definido como balístico deve ter uma escala somente maior do que 300 km e a capacidade de carregar mais de 500 kg de peso dentro dele.
Os mísseis balísticos da escala longa e média são projetados geralmente, para carregar artefatos nucleares..

Há um míssil norte-americano denominado Peacekeeper[1][2], de 88 toneladas, que pode atingir aproximadamente Mach 20(23 mil km/h), com um alcance de aproximadamente 9.700 km, com uma carga que dispara simultaneamente 8 a 10 ogivas nucleares de 200 a 300 quilotons cada, com uma potência equivalente a cerca de 25 bombas nucleares do tipo que foi lançada em Hiroshima (que tinha cerca de 12 quilotons).
O míssil Peacekeeper encaixa-se na categoria de mísseis lançadores de ogivas nucleares do tipo MIRV (Veículo de Reentrada Independente Multiplamente Orientável).
Em outras palavras, teria o poder de destruir 8 a 10 cidades de médio porte, ou toda a zona metropolitana de duas cidades de grande porte, como as capitais de São Paulo e Rio de Janeiro.
Desde 2005, em razão do tratado START II, os Estados Unidos removeram este míssil balístico do seu arsenal, mantendo apenas os mísseis LGM-30 Minuteman.
Cada PeaceKeeper custou o equivalente a US$ 400 milhões e, foram construídos ao todo 114 mísseis deste tipo . Cada lançamento é estimado em US$ 20 a 70 milhões.
Lista de Mísseis:


domingo, 26 de agosto de 2012

M134 Minigun

A Minigun é uma metralhadora de 7,62 mm e multi-canos com um alta cadencia de fogo (de 2000 a 6000 tiros por minuto), empregando canos rotativos estilo Gatling com uma fonte de energia externa. Na cultura popular, o termo "minigun" tem sido aplicado a qualquer arma Gatling usando calibre de rifle e que receba energia externamente, ainda que o termo, por vezes, seja usado para se referir a armas de cadencia de fogo e configurações similares, desconsiderando a fonte de energia e calibre. Especificamente, minigun se refere a uma única arma, originalmente produzida pela General Electric. O "mini" do nome é em comparação com desenhos que usam mecanismos de tiro similares, mas balas maiores, como a arma anterior da General Electric de 20 mm, M61 Vulcan.

Historia
Durante a Guerra do Vietnã, os helicópteros eram muito usados como meio de transportes para os soldados estadunidenses, porem eles sofriam ataques frequentes, mesmo tendo o M61 Vulcan a bordo ela não era muito fiavel. Então a General Dynamics, reduziram a rotação de tambor de 20 milimetros do M61 Vulcan para 7,62 x 51 NATO milímetros de munição, a arma resultante foi chamada de Minigun.

Usuários
Brasi, Australia, Canadá, Chile, Colombia, Croácia, Alemanha, França, srael, México, Países Baixos, Noruega, Filipinas, Polônia, Serra Leoa , Tailândia, Reino Unido e Estados Unidos.

Imagem Wikipédia, vídeo youtube

FAL - Fuzil Automático Leve

FN FAL (Fabrique Nationale, Fusil Automatique Léger - Fábrica Nacional, Fuzil Automático Leve) é um fuzil de assalto concebido e produzida originalmente pela empresa belga Fabrique Nationale em Helstal.

Histórico
O FN FAL (Fuzil Automático Leve), é um dos desenhos de fuzil militar mais famosos e usados no mundo, Desenvolvido pela empresa belga Fabrique Nationale, é fabricado pelo menos em 10 países, incluindo o Brasil. Seus dias de serviço estão no fim, mas ainda é amplamente utilizado em muitas partes do mundo, principalmente no Brasil.
Idéia de se usar um cartucho intermediário não era muito bem compreendida pelos americanos, que ainda usavam fuzis semi-automáticos, os M1 Garand em calibre .30-06 Springfield e .308 Winchester e insistiram para que a OTAN padronizasse o cartucho de alta potencia T65/ 7,62x51mm similar ao .308 em 1953-1954.
A FN modificou o FAL por causa dessa padronização, os primeiros FAL’s 7,62 estavam prontos na Bélgica em 1953, mas a Bélgica não foi o primeiro pais a aprovar o FAL como fuzil padrão o país que provavelmente aprovou-o foi o Canadá, com ligeiras modificações sobre o nome C1, em 1955 os canadenses começaram a produzir os fuzis C1 e C2, esse último uma versão com cano pesado, conhecido no Brasil, como FAP, em 1957 o exercito inglês seguiu o exemplo canadense e adotou o FAL com o nome L1A1, que eram fornecidos normalmente com miras ópticas de 4x. Em seguida foi a Áustria sobre o nome Stg.58 fabricado pela Steyr.
O FAL foi adotado pelo exercito brasileiro em 1964, varias versões do FAL também foram aprovadas na Turquia, Austrália, Israel, África do Sul, Alemanha ocidental e vários outros países. O sucesso do FAL poderia ser maior ainda se a FN tivesse vendido os direitos de produção do FAL para a Alemanha ocidental, onde era conhecido como G-1, mas a FN rejeitou o pedido, por isso a Alemanha que comprou os direitos do CETME espanhol, com algumas modificações a Heckler & Koch criou o HK G3, o mais notável rival do FAL.

Parte técnica
Os únicos países que ainda produzem o FAL são o Brasil que fabricado pela Imbel sobre o código M964 e surpreendentemente os EUA onde uma série de empresas privadas fabricam diversas versões e kit de peças recém-fabricadas, a maioria desses FAL’s são limitados a fogo semi-automático e disponíveis apenas para o mercado civil.
O FAL é operado a gás, possui um seletor de fogo de três posições: segurança, semi-automático e fogo completamente automático.
É alimentado por carregador e usa um pistão de gás alocado acima do cano. O pistão tem sua própria mola de recuperação. Após o disparo o gás empurra o pistão faz um rápido toque no transportador do ferrolho, o resto da operação é dado apenas pela inércia. O conjunto do ferrolho possui ainda um regulador de gás para que ele possa ser facilmente adaptado para as diversas condições ambientais, ou para o lançamento de granadas de bocal de forma segura.

Comparação com similar AK-47
O FAL tem vantagens e desvantagens sobre o AK-47, já que usa um calibre parecido. O FAL por ser um armamento mais longo do que o AK-47 tende a ser mais preciso nos seus disparos, e o Calibre 7,62 x 51 mm tem um projétil mais rápido do que o 7,62 x 39 mm do AK-47 que por sua vez perde em impacto do alvo. As vantagens do AK-47 para o FAL limitam-se as características operacionais de maneabilidade pelo seu tamanho, curto, mais adequado ao assalto e a sua manutenção incomparável entre os fuzis de assalto de todo o mundo.


Utilização no Brasil
O FN FAL, no Brasil chamado Fuzil Automático Leve ou Fuzil de Assalto Ligeiro, é fabricado integralmente pela IMBEL. Quatro versões são utilizadas pelo Exército Brasileiro, e recebem a nomenclatura de Fuzil 7,62mm M964 (FAL) para a versão com coronha fixa, versão mais comum no Exército, e utilizada em todas as suas tropas convencionais, também era o fuzil padrão do Corpo de Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil, mas já foi substituído pelo M16A2. As outras versões são Fuzil 7,62mm M964 A1 (Pára-FAL) para a versão com coronha dobrável, e Fuzil Metralhadora 7,62mm M964, conhecido como Fuzil Automático Pesado (FAP) para a versão 2 kg mais pesada e com coronha fixa de madeira, versão mais apropriada para o apoio de fogo e também usada pelo Exército.
Apesar do sucesso de seu uso, o Exército já utiliza este fuzil há quase três décadas, por isso o Exército Brasileiro está prestes a substituir o FN FAL pelo moderno fuzil brasileiro IMBEL IA2 5,56mm.
A versão M964 A1, no Brasil é conhecida como Pára-FAL, devido a sua coronha rebatível, é apropriado o seu uso por unidades aerotransportadas, que tem menos espaço para o transporte de equipamentos, por isso a primeira unidade do Brasil a utilizar esta versão, foi a Brigada de Infantaria Pára-quedista, por isso começou a ser chamado no meio militar de Pára-FAL, posteriormente passou a ser usado também pela Brigada de Operações Especiais, pelo Comando Militar da Amazônia, pela Força de Ação Rápida Estratégica e por unidades que operam no pantanal, como o 17º Batalhão de Fronteira. O seu uso em todas estas unidades é porque devido a coronha dobrável, o transporte fica facilitado, seja em aviões, helicópteros ou em pequenas embarcações na amazônia brasileira e no pantanal. Recentemente exercito brasileiro colocou em pratica o plano para a adoção total do Para-FAL, pelas suas unidades operacionais.
Também é usado em outras organizações, como a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, é visto com frequência em operações de seus batalhões convencionais e também do Batalhão de Operações Policiais Especiais, em sua maioria, na versão M964 A1 (Pára-FAL). Algumas outras organizações policiais militares estaduais e civis de outras unidades da federação também o utilizam.

Variantes
Durante o tempo o FAL foi produzido em várias versões, no entanto existem quatro configurações básicas do FAL:
• FAL 50,00, ou simplesmente FAL com coronha fixa feita em plástico e cano padrão de 533mm;
• FAL 50,63 ou Para-FAL, com coronha dobrável feita em aço com cano padrão de 431mm;
• FAL 50.64 com coronha da versão Para e cano 533mm; e os FAL 50,41 com cano pesado também conhecido como FAL Hbar, FALO ou FAP essa para tiros automáticos como arma leve de apoio de fogo.
• FAL 50.41 (FALO): Também conhecido como FAL Hbar, versão de coronha plástica, com cano pesado e bipé, permitindo alguma capacidade de fogo sustentado, destinada a ser utilizada como arma de apoio coletivo das facções elementares de infantaria. Também denominada C2A1 (no Canadá), L2A1 (em alguns países da Commonwealth) e FAP - Fuzil Automático Pesado (no Brasil); FAL 50.42 (FALO): igual ao FAL 50.41, mas com coronha de madeira.

Principais Características
Tipo: Fuzil Automático
Local de Origem: Bélgica
Início de Produção em 1953 ainda em uso
Peso: 4,93 kg (FAL), 6 kg (FALO/FAP)
Comprimento: 1,5m
Calibre: 7.62x51mm_NATO
Ação: Ação direta de gases sobre êmbolo(pistão);
Cadência de Tiro: 650-700 tpm
Alcance Efetivo: 900m
Sistema de Suprimento: Carregador de 20 Tiros
Mira: alça e ponto de mira




Imagem Wikipédia, Vídeo You Tube